terça-feira, 13 de abril de 2010

Sam Graham-Felsen: "O futuro da política estará na Internet"


Para o blogueiro de Barack Obama, em pouco tempo a rede virtual mudará a forma como são feitas e financiadas as campanhas

A eleição do presidente Barack Obama em 2008 foi um divisor de águas na forma de se fazer campanha política pela internet. Sites, blogs e o Twitter, além de permitirem maior interação com os eleitores, tornaram-se uma poderosa ferramenta de arrecadação. Quem conhece a fundo essa história é o jornalista americano Sam Graham-Felsen, que foi diretor da área de blogs da campanha online do candidato democrata, coordenada pela Blue State Digital. Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, Graham-Felsen conta que "mais de três milhões de doadores individuais contribuíram cada um com pouco mais de US$ 100, resultando num montante de US$ 500 milhões". Segundo ele, "as campanhas nos Estados Unidos eram marcadas por grandes doações de um grupo de interesses, mas Obama rompeu com essa tradição". Com base na experiência americana, Graham-Felsen acredita que em pouco tempo a televisão deixará de ser fundamental nas campanhas eleitorais. Quem assumirá seu papel, é claro, será a internet.

Na lógica do blogueiro, que esteve no Brasil há duas semanas, quando um grande número de pessoas comuns financia a campanha, o governo sente "uma obrigação maior de servir à população". Formado em ciências sociais na Universidade de Harvard, Graham-Felsen se auto-define como um "estrategista digital". Aos 28 anos, ele dirige a ONG de ativismo on-line "Aliança para Movimentos Juvenis" (Allyance for Youth Movements). Em sua opinião, a internet também pode ajudar candidatos que nunca disputaram uma eleição, como a petista Dilma Rousseff. "Quem usar a internet para envolver as pessoas na campanha certamente será beneficiado", diz o blogueiro de Obama.


Istoé - Como responsável pelo blog de Obama, o sr. tinha liberdade ou o comando da campanha interferia no processo?

Sam Graham-Felsen - Eu era muito independente como blogueiro. A coordenação da campanha confiou em mim totalmente para transmitir suas mensagens com minha própria voz. Eu fiquei muito agradecido pela liberdade que eles me deram no blog e isso me ajudou a dar mais autenticidade ao discurso na internet. A ênfase na autenticidade do que você publica é o melhor caminho para construir um relacionamento com a base.

Istoé - E como era sua relação com Barack Obama?

Sam Graham-Felsen - Obama vinha ao escritório ocasionalmente e tive algumas oportunidades de me reunir com ele. Mas ele passava a maior parte do tempo falando com os eleitores e tentando obter apoio.

Istoé - Fale um pouco da estrutura do blog. O sr. precisou montar uma equipe grande?

Sam Graham-Felsen - Essa questão da estrutura é importante. A campanha investiu pesado na equipe de novas mídias. Tínhamos 85 pessoas no total. Ou seja, éramos um dos maiores departamentos de toda a campanha. Eu tinha três blogueiros trabalhando comigo diretamente, além de uma dúzia ou mais de blogueiros regionais que postavam especificamente sobre alguns Estados onde a disputa entre democratas e republicanos era mais acirrada. Eu mantinha contato diário com muitos dos melhores blogueiros em nível nacional e estadual, fornecendo a eles o que precisavam para cobrir a eleição.

Istoé - Aqui no Brasil, os políticos estão aderindo cada vez mais às novas mídias. O candidato tucano José Serra faz questão de postar pessoalmente seus comentários. Mas muitos admitem que postar no Twitter, por exemplo, toma-lhes muito tempo...

Sam Graham-Felsen - De fato. Eu costumava trabalhar sete dias por semana, geralmente mais de 12 horas por dia. Com tantas coisas em jogo nessa eleição, nós sentíamos que tínhamos o dever de trabalhar por quantas horas fossem necessárias para causar impacto.

Istoé - O sr. acha que a televisão continuará a ter papel dominante nas campanhas políticas por muito tempo ainda?

Sam Graham-Felsen - Em algum momento, a televisão deixará de ter esse papel e quem vai assumi-lo é a internet. A rede está provando ser uma arma poderosa para campanhas, porque com ela é muito mais fácil testar mensagens e público-alvo. Além disso, com a internet se gasta bem menos que com a tevê. Por outro lado, tevê e internet estão confluindo. Em poucos anos será possível ligar a tevê e ser imediatamente transportado para uma “página de doação”, como ocorre hoje nos sites.

Istoé - Uma das diferenças básicas entre a campanha da tevê e da internet é certamente a possibilidade de o eleitor interagir. Como era a interação com o blog? Vocês deixavam as pessoas comentarem o que era postado?

Sam Graham-Felsen - Certamente. O blog recebia geralmente cerca de mil comentários para cada postagem. Nós sempre tentamos responder a esses comentários tanto quanto possível, mas não dava para atender todo mundo. Além disso, a maioria dos comentários era de apoio à campanha, em tom amigável. Mas também havia aqueles que aproveitavam o blog para atacar Obama.

Istoé - Mas vocês permitiam que as ofensas fossem publicadas?

Sam Graham-Felsen - A menos que fossem comentários realmente ofensivos, nós geralmente permitíamos que as pessoas pudessem se expressar livremente no blog.

Istoé - Qual o real impacto que o blog e todas as ferramentas de internet podem ter em termos percentuais na conquista de votos?

Sam Graham-Felsen - No caso de Obama, o blog ajudou a contar a história, não apenas dele, mas do movimento que ele inspirou. Nós criamos uma narrativa, a de que pessoas comuns podem realmente fazer a diferença em seu país. Isso foi muito inspirador. E o povo respondeu acima das expectativas. Nós conseguimos US$ 500 milhões em doações individuais e também reunimos milhares de voluntários. Eu acredito absolutamente que a internet foi decisiva para o sucesso de Obama.

Istoé - A campanha de Obama foi baseada numa forte mensagem: Yes, we can, que basicamente significa “esperança”. O segredo é apostar num único mote?

Sam Graham-Felsen - Acredito que tivemos sucesso porque insistimos numa mensagem básica: pessoas comuns podem causar a mudança. Outras campanhas mudaram suas mensagens frequentemente, enquanto nós fomos consistentes e nunca oscilamos, mesmo quando as coisas não iam tão bem nas pesquisas de intenção de voto.

Istoé - A internet pode ajudar a tornar o financiamento eleitoral mais transparente ao estimular doações individuais?

Sam Graham-Felsen - Eu realmente acredito que pequenas doações podem ter um poderoso impacto nas campanhas. No passado, as campanhas nos Estados Unidos eram marcadas por gran­des doações de um pequeno grupo de doadores. Mas a campanha de Obama rompeu com essa tradição. O meio bilhão de dólares arrecadados veio de três milhões de doadores individuais que doaram cada um pouco mais de US$ 100.

Istoé - É a tal história do grão em grão...

Sam Graham-Felsen - Exatamente. A campanha de Obama mostrou que pequenos doadores, em grande quantidade, podem ter um peso maior que grandes doações de poucos doadores. Eu acredito também que, quando um grande número de pessoas financia uma campanha, o governo eleito sente uma obrigação maior de servir aos interesses da população de forma geral, em vez de servir a um grupo de interesses. Afinal, essas pessoas ajudaram o político a chegar lá.

Istoé - No Brasil, onde menos de 25% da população tem acesso à internet, essas ferramentas virtuais não tendem a ter um impacto limitado?

Sam Graham-Felsen - Mesmo 25% da população pode trazer uma mudança significativa, caso se envolva mais nas eleições por causa da internet. Além disso, não podemos esquecer da interação dessa plataforma digital com os telefones celulares – e há mais de 170 milhões de celulares em uso no Brasil. Isso também pode ter um grande impacto.

Istoé - Como a internet pode ajudar, por exemplo, a eleger alguém que nunca disputou uma única eleição presidencial?

Sam Graham-Felsen - Bem, os candidatos que usarem a internet para permitir que as pessoas comuns se envolvam em suas campanhas podem certamente se beneficiar dessas ferramentas. As pessoas se engajarão no processo político se elas sentirem que são levadas a sério por seus candidatos, que não estão sendo manipuladas, mas, sim, ouvidas no processo. E que esses mesmos candidatos lhes dão as ferramentas para poderem se envolver e se organizar em sua própria vizinhança.

Istoé - A que ferramentas o sr. se refere exatamente?

Sam Graham-Felsen - melhor maneira de mobilizar as pessoas é dar a elas tecnologias para que possam se organizar. Como disse antes, em vez de dizer a elas exatamente o que devem fazer, forneçam as ferramentas para que organizem comitês e eventos de arrecadação de fundos em suas próprias vizinhanças. Deixe-as toma a campanha em suas próprias mãos, fornecendo o suporte necessário.

Istoé - No Brasil haverá cerca de dez candidatos nestas eleições, mas apenas dois têm chances reais de vitória. A internet pode ajudar os pequenos a crescer durante a campanha?

Sam Graham-Felsen - Definitivamente, a internet pode ajudar os candidatos menos conhecidos. Por exemplo, nos Estados Unidos, um candidato republicano pouco conhecido chamado Ron Paul usou a internet para ganhar visibilidade. Conseguiu arrecadar dezenas de milhares de dólares e teve destaque significativo nas primárias do Partido Republicano.

Istoé - O sr. acha que o blog pode ser usado para deter ou contrapor a repercussão negativa de eventuais escândalos envolvendo algum candidato?

Sam Graham-Felsen - Bem, nós geralmente tentávamos usar o blog do Obama para transmitir suas propostas políticas e amplificar a mensagem de que a campanha em si era um movimento pela mudança. Nós não estávamos ali para responder a ataques a Obama porque não tínhamos tempo para mais nada.

Istoé - Mas vocês não reagiam aos boatos, que são um fenômeno inerente à internet?

Sam Graham-Felsen - Sim, ocasionalmente nós respondíamos a falsos ataques, de modo que a verdade pudesse vir à tona. Por exemplo, nós criamos o site fightthesmears.com para combater mentiras e falsos rumores sobre Obama.

Istoé - Depois das eleições, Obama continua usando a plataforma da internet para conseguir apoio às suas políticas?

Sam Graham-Felsen - Sim. O site whitehouse.gov é um grande exemplo de como governos podem ser mais transparentes e manter o diálogo com o público, mesmo depois do fim da campanha eleitoral.

PT publica resolução sobre tática e estratégia eleitoral


O Partido dos Trabalhadores do Estado do Tocantins (PT – TO), reunido em seu 4º Congresso Estadual em Palmas, nos últimos dias 9 a 11 de abril de 2010, após debater a conjuntura política estadual e a participação do partido nas eleições de 2010 e :

· Considerando que o PT no Tocantins tem como estratégia a emancipação política, econômica e social do seu povo, pondo fim ao clientelismo político, à cooptação de lideranças, à perseguição política, à miséria e à fome;

· Considerando que a construção desta estratégia passa necessariamente pela eleição de um governo do PT em 2010;

· Considerando que para a consecução desta estratégia, o PT do Tocantins deve como tática, ligar a imagem do Partido nas realizações do governo Lula. Ao mesmo tempo, clarear melhor o projeto que o Partido tem para o Brasil e para o Tocantins, mostrando que se tratam de projetos pensados para serem duradouros e definitivos, quer seja na estruturação do país e do estado, quer seja na melhoria de vida do povo;

· Considerando que o PT entende que o sucesso nos processos eleitorais de 2012, para prefeito e vereador, passa pela unidade do partido em 2010 em torno dos seus candidatos a deputado estadual e federal com a eleição de grandes bancadas nos dois níveis. Entende também, que trabalhar para candidatos a deputado de outro partido além de praticar a indisciplina partidária, significa trabalhar contra o PT no município, prejudicando a eleição dos próprios companheiros do PT em 2012;

· Considerando a tática eleitoral do PT para 2010 deve estar fundamentada em um substancioso projeto de desenvolvimento para o Estado, na capilaridade regional do partido, no lançamento de nomes com maior densidade eleitoral aos cargos de deputado estadual, federal, senadores e ao governo do Estado na construção de uma aliança que viabilize a consecução dos nossos objetivos;

· Considerando que nossa tática deve fundamentar-se também na formação de uma ampla aliança para garantir palanque diversificado para nosso candidato a governador, já que acreditamos na eleição do próximo governador do Estado do Tocantins.

Resolve:

1 - Lançar candidatura própria do partido ao cargo de governador nas eleições de 2010;

2 - Lançar candidatura própria do partido a uma das vagas ao Senado em 2010;

3 - A candidatura a segunda vaga ao Senado e ao cargo de vice-governador serão definidas de comum acordo com os partidos aliados;

4 - Priorizar a construção do bloco de esquerda em apoio ao nosso candidato a governador, sem, entretanto, deixar de buscar apoio aos demais partidos da base do presidente Lula;

5 - Lançar chapa de deputado estadual em coligação com qualquer partido da base aliada do governo Lula, desde que não prejudique a eleição de uma grande bancada na Assembleia Legislativa para dar sustentação ao governo Paulo Mourão;

6 - Lançar chapa de deputado federal em coligação com qualquer partido da base aliada do governo Lula, desde que não prejudique o objetivo das eleições de deputado federal do PT no Estado do Tocantins;

7 - Que o PT deve apresentar até maio de 2010, um projeto de desenvolvimento fundado nas premissas: Estimulo vocações regionais; Redução das desigualdades; Ampliação das Capacidades das pessoas; Sustentabilidade; Respeito a gerações futuras; Sintonia com os 8 (oito) objetivos do milênio e nos seguintes eixos de desenvolvimento: Desenvolvimento Urbano; Modernização da Gestão Pública; Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico; Desenvolvimento Social; Consolidação da Infra–Estrutura; Desenvolvimento Econômico e Sustentável e Gestão Sustentável dos Recursos Naturais;

8 – Não permitir violação às diretrizes programáticas, à ética, à fidelidade, à disciplina e aos deveres partidários ou a outros dispositivos previstos no estatuto;

9 - Não permitir o desrespeito às deliberações do Congresso do partido, bem como àquelas adotadas pelos diretórios e comissões executivas do partido;

10 – Que nenhum filiado poderá fazer propaganda de candidato a cargo eletivo de outro partido ou de coligação não aprovada pelo PT;

11 – Não permitir candidatura partidária ou realização de campanha para candidatos de partidos não apoiados pelo PT do Tocantins;

12 – Não permitir atuação contra candidatura partidária ou realização de campanha para candidatos proporcionais fora da coligação proporcional aprovada pelo PT;

13 – Que todo os atos praticados por filiado(a)s que ferirem à disciplina, à ética e à fidelidade partidária serão julgados conforme normatiza o estatuto e o código de ética partidário.

O que ficou decidido:

- Apresentação e aprovação do nome de Paulo Mourão para disputa ao Governo do Estado, Sadi Cassol para Senador, 9 deputados federais, 28 estaduais e 10 suplentes a senador. As candidaturas serão homologadas em junho, ainda sem data definida;

- Resolução da Tática Eleitoral do PT TO 2010 (escrito acima);

- Posse do Diretório Estadual 2010-2013:

Presidente - Donizeti Nogueira
Vice-presidente - Herlan Torres
Secretário Geral - Josafá Maciel
Secretário de Finanças - Adalberto Barros
Secretário de Organização - Leontino Ferreira
Secretária de Formação Política - Maria Helena Lopes
Secretária de Comunicação - Márcia Barbosa
Secretário de Assuntos Institucionais - José Geraldo
Secretário Sindical - Walter Balestra
Secretário de Movimentos Populares - Edilson Santos

Três Vogais: Gilda Rodrigues, Paulo Mota e Sandra Letícia Tomazi. (Da Ascom).

Paulo Mourão é o pré-candidato do PT ao governo do Tocantins


O Partido dos Trabalhadores lançou na noite deste sábado, 10, a pré-candidatura do ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão ao governo do Estado. Para o Senado, o suplente Sadi Cassol foi indicado para disputar uma das duas vagas na disputa de outubro.

Em seu discurso, Mourão falou que aceitou a pré-candidatura á pedido do prefeito de Palmas, Raul Filho mas admitiu estar disposto ao desafio. “Minha disponibilidade e meu sonho é servir esse Estado onde nasci”, declarou completando ainda que sua intenção é discutir o projeto inovador do PT para o Estado e o poder de gestão que precisa ser aplicado.

Sadi foi também homologado como pré-candidato ao Senado da sigla e pediu apoio dos filiados. "Peço desde já o voto de confiança e apoio de vocës no dia trës de outubro", falou.

O presidente Donizeti Nogueira disse que o evento representou um momento histórico para a sigla.“A tarefa está dada vamos agora á diante”, afirmou.O presidente apresentou ainda os nomes do partido para a chapa proporcional. São 29 pré-candidatos a estadual e nove a federal.

Jingle

Os presentes no evento ficaram surpreendidos com jingle da campanha de Mourão que foi apresentado para a militância.Com o título "Estrela no coração",a música foi composta pelo cantor Everton dos Andes e diz : "Tá escrito na estrela, cravado no coração, para governador eu voto Paulo Mourão”. Everton disse ao Site RT que a produção foi independente e não foi um pedido do partido. Na letra, o jingle lembra ainda da candidata á presidência,Dilma Rousseff.

Arlindo pede mobilização

Arlindo Almeida também foi outro nome cotado para ser pré-candidato da sigla e defendeu candidatura própria da sigla. “Vamos colocar o Paulo Mourão em todos os municípios para mostrar a forma PT de governar o Estado”, frisou. O membro do partido pediu que os filiados se mobilizassem levando o nome de Mourão para os municípios.

Salomão entusiasmado

O prefeito de Dianópolis, José Salomão disse que Mourão tem chances claríssimas de vencer a disputa. “Você é hoje a esperança do partido e do Estado”, disse. Salomão falou em nome de todos os prefeitos da sigla e disse que o PT não deve desanimar na disputa. “Agora é natural aparecer atrás nas pesquisas”, falou.O prefeito de Colinas, José Santana também participou do evento.


Solange á disposição

A deputada Solange exaltou o nome de Mourão. Você está credenciado a representar o partido pela sua história”, disse. “Nossas ideias já estão colocadas , vamos á luta”, frisou. Solange falou que vai levar o nome de Mourão nos municípios. “O PT vai eleger o primeiro governador do Estado”, disse se colocando á disposição da sigla.

Mourão alfineta adversários, critica ADI dos comissionados e promete choque de gestão

Após ser lançado pré-candidato do Partido dos Trabalhadores para o governo, o ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão fez discurso falando da atual situação do Estado bem como criticando alguns setores da administração, como a saúde. Mourão falou ainda de algumas propostas para o Estado e criticou a Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI que trata da demissão de comissionados.

Depois de ser lançado pré-candidato ao governo, Paulo Mourão falou sobre a transição da geração de políticos no Estado. Sem citar nomes ele disse que o Estado tem políticos que não reciclaram ideais nem tem nada a propor, mas continuam no cenário.

O pré-candidato fez críticas ao atual governo e disse que o Estado está diminuindo. “O Estado está diminuindo. Não aumentou produção nem receitas, teve queda de cerca de R$ 95 milhões na arrecadação”, falou. “Será que o Tocantins vai agüentar essa pressão? Essa panela não vai explodir?”, questionou.

Mourão falou que pretende fazer um choque de gestão. “O Estado não pode estar crescendo só economicamente precisa de um choque de gestão”, frisou. Os problemas do atual governo, segundo ele, são causados por uma crise política e de gestão.

Projetos

O ex-prefeito falou de projetos. Mourão disse que pretende implantar o Orçamento Participativo e construir escolas de tempo integral nos municípios. Para as escolas Mourão pretende fazer alterações curriculares e ainda valorizar os professores.

Mourão mencionou também sobre políticas de segurança pública e de saúde. “Nós vemos esse Hospital Geral superlotado e em Araguaína o sistema falido da saúde”, citou. Para resolver o impasse, segundo ele, é preciso aumentar a parceria com as prefeituras.

“Tudo isso será discutido com nossos prefeitos”, frisou apontando ainda que o atual governo não tem parceria com os prefeitos. O pré-candidato falou ainda que o Estado precisa dar ênfase na infra-estrutura do Estado e investir na agricultura. “Esse Estado vai caminhar como nunca caminhou”, frisou.

Alianças

Mourão falou que a sigla vai começar a buscar alianças. “Temos a humildade de procurarmos para conversar”, disse . No entanto, Mourão frisou que a prioridade é PT conduzir o processo. “Não se assustem com críticas”, pediu aos presentes. “É momento de se discutir a garantia das famílias do Estado”, ponderou.

Em entrevista após o discurso o petista falou que deseja estar junto com o ex-governador Marcelo Miranda e ainda o governador Carlos Henrique Gaguim no mesmo palanque. "O PT precisa de aliados", ponderou.

ADI dos Comissionados

O pré-candidato comentou também sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade -ADI que trata da demissão de Comissionados. “Será que fazer política é demitir funcionários sem justa causa?”, questionou. “O PT entende que hoje esses trabalhadores são de responsabilidade do governo”, afirmou. Mourão propôs ainda que os deputados devem intervir para não permitir as demissões. “O governo não pode permitir uma brutalidade dessa”, conta.

Fonte: Portal RT

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Processo que pede cassação de Paulo Roberto aguarda análise do relator


O processo movido pelo Democratas (DEM) que pede a cassação do mandato do deputado estadual Paulo Roberto (PR), por infidelidade partidária, está concluso aguardando parecer do relator, juiz Hélio Miranda. A informação está disponível no sistema de acompanhamento processual do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO).

O processo está desde o dia 12 de março último no gabinete do relator. Ainda conforme o sistema do TRE-TO, o Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestou parecer pela perda do cargo eletivo de Paulo Roberto.

A Petição (PET) de número 117 poderá entrar em pauta somente após a análise do processo, por parte do relator, e a elaboração do relatório a ser apresentando junto com o voto.

Entenda:

Em outubro do ano passado, o DEM protocolou no TRE-TO ação requerendo a cassação dos mandatos dos deputados estaduais Paulo Roberto, César Halum (PPS) e Ângelo Agnolin (PDT), que após desacordos internos relativos ao posicionamento do DEM sobre o apoio ao governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB), na eleição indireta, saíram da sigla e se filiaram em outros partidos.

O DEM alega que os parlamentares cometeram infidelidade partidária ao abandonar o partido sem justa causa. Os outros dois processos, referentes aos mandatos de César Halum e Ângelo Agnolin, estão pendentes aguardando oitiva de testemunhas.

Comentários/KIKO:

O ilustre Deputado Paulo Roberto agora soma ao seu "vasto" currículo mais um ítem: infidelidade partidária. O político de Taguatinga, agora no PR (já foi do PMDB,DEM, etc), sem dúvida é um exemplo de que nossos políticos não se importam mais com partidos, programas ou ideologias. O que vale é o interesse pessoal e a eleição seguinte.

Poly Ayres é pré-candidato do PMDB ao Legislativo tocantinense


Pelo Sudeste

No rastro da não renúncia do prefeito de Dianópolis, José Salomão (PT), pelo mesmo motivo que José Santana, de Colinas (iriam começar perdendo, pois as prefeituras iriam para outros partidos), o petista não deve disputar sequer a Assembléia Legislativa.

Com isso, o irmão dele, Paulo Roberto Jacobina Ayres, conhecido como Poly Ayres, do PMDB, aparece como um dos primeiros pré-candidatos dos modebas ao Legislativo representando o Sudeste.

Fonte: Coluna Antena Ligada - Jornal do Tocantins(04/04/2010)

Comentários/Kiko:

Militante histórico do PMDB de Dianópolis, afinal são mais de trinta anos de filiação, Poly Ayres aparece como uma alternativa de candidatura peemedebista no sudeste. Sua possível postulação já conta com forte apoio de lideranças expressivas como Hercy Filho(ex-prefeito de Dianópolis) e Robinson(atual vice). Além disso, ele é irmão do atual prefeito, José Salomão(PT). Porém, o diretório municipal do PT também já decidiu lançar candidatura própria na "Cidade das Dianas".

terça-feira, 6 de abril de 2010

ENTREVISTA - PREFEITO JOSÉ SALOMÃO (FONTE: WWW.DNOAKI.COM.BR)


O Prefeito José Salomão(PT), juntamente com o diretório municipal, decidiu pela permanência na Prefeitura Municipal de Dianópolis.

Os compromissos já firmados pesaram um pouco mais, apesar de ser o nome mais gabaritado e possivelmente com reais chances de obter êxito na disputa por uma vaga na Assembléia Legislativa.

Confira abaixo a primeira entrevista exclusiva ao site DnoAki,com o Prefeito de Dianópolis, José Salomão:


DnoAki: - Agora é obvio que o Prefeito não sairá candidato e sabemos que nossa cidade deixa de ganhar muito sem um representante na Assembléia Legislativo. O Partido dos Trabalhadores de Dianópolis apoiará alguém nas eleições 2010?

Prefeito - O Partido dos Trabalhadores decidiu por meio do seu diretório municipal lançar um candidato à Assembléia Legislativa. O nome apresentado foi o de Luciano, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

DnoAki: - Pelo que parece Dianópolis terá mais de dois candidatos na disputa da Assembléia Legislativa, até que ponto isso é bom pra nossa cidade?

Prefeito: - Mais de dois candidatos na disputa por uma vaga na Assembléia Legislativa pode significar que continuaremos sem um representante naquela casa de leis, pois os votos serão pulverizados, diminuindo consideravelmente as chances de cada um.

DnoAki: - Como todos já sabem o Padre Jackson é pré-candidato ao lado de Siqueira Campos (PSDB), e ex-secretario da educação em sua gestão. Como o prefeito avalia o serviço do padre nesses quase 5 anos e meio?

Prefeito: - O Padre Jakson esteve à frente da Secretaria de Educação durante cinco anos e três meses, onde desempenhou suas atribuições com dedicação, competência e zelo. Somos gratos por sua valiosa contribuição e desejamos que ele tenha sucesso nessa nova empreitada.

DnoAki: - Quem irá assumir a pasta da Educação? E quais foram às recomendações do prefeito?

Prefeito: - Assumiu a SEMED, em substituição ao Padre Jakson, a Profª Grazziela Póvoa, com a recomendação de continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido, logicamente imprimindo o seu estilo e corrigindo, se for o caso, o que precisar ser feito para melhorar a qualidade do ensino.

DnoAki: - Dianópolis hoje consegue fazer um Deputado Estadual sem precisar das cidades circunvizinhas?

Prefeito: - Dificilmente! Os candidatos de Dianópolis precisam também de apoio de outras cidades da região.

DnoAki: - Porque cidades como Arrais, Paranã e Taguatinga conseguem fazer deputados, uma vez que Dianópolis tem o dobro de habitantes? Aqui há muito interesse político ou seria interesso pessoal?

Prefeito: - Falta conscientização do nosso eleitor e das nossas lideranças para a importância de votar nos candidatos da cidade. Enquanto vereador, ou supostas lideranças, continuarem “negociando” apoio em benefício pessoal, como foi o caso de 2006, quando 108 candidatos foram votados em DNO, infelizmente haveremos de continuar na orfandade e sem representante na AL.

DnoAki: - Um dos motivos para que não houvesse sua desincompatibilização foram justamente compromissos já firmados. Que compromissos foram esses?

Prefeito: - Para a nossa permanência na Prefeitura até o final do mandato contribuíram: a manifestação do diretório municipal do nosso partido, o PT, que foi contra a nossa saída; a situação financeira que precisa ser equacionada; as obras já empenhadas e algumas já contratadas, totalizando aproximadamente 5 milhões de reais, que necessitam ser implementadas. Estas são algumas das razões, além dos compromissos relacionados com o voto daqueles que confiaram em nós e nos reelegeram para o segundo mandato.

DnoAki: - Como está a Prefeitura hoje financeiramente?

Prefeitura: - A Prefeitura, como a maioria dos municípios, continua passando por momentos difíceis, conseqüência da crise que eclodiu no final de 2008. Acreditamos sinceramente que ainda nos próximos meses haveremos de equilibrar as nossas finanças. Temos impostos a receber – e é preciso que a população faça a sua parte, pagando o que deve, pois só de tributos atrasados são aproximadamente R$ 1.300.000,00 – além de outras medidas que foram adotadas com vistas a melhorar a nossa arrecadação, dando-nos a certeza de que em breve espaço de tempo estaremos com a situação financeira regularizada.

DnoAki: - Há uma última perguntinha Prefeito. O presidente Lula na inauguração do projeto Manuel Alves prometeu uma Escola Técnica Federal pra Dianópolis. Em que pés andam?

Prefeito: - A construção da Escola Técnica depende unicamente do Estado, de vez que, segundo consta, os recursos estão disponibilizados e o terreno também já foi doado, cuja localização será no Loteamento Jardim Serrano, na entrada da cidade.

Fonte: Site DnoAki

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Santana e Salomão permanecem nos cargos e indicam Solange e Mourão para disputa


O prefeito de Colinas, José Santana e o de Dianópolis, José Salomão, ambos do PT, decidiram também não saírem das prefeituras para disputar as eleições de outubro.Santana saiu na defesa do nome da deputada estadual Solange Duailibe para encabeçar chapa do partido já Salomão aposta que o melhor nome e o do ex-prefeito de Porto Nacional Paulo Mourão. A decisão de Salomão teve como base a permanência de Raul na prefeitura.

O prefeito de Colinas, José Santana em entrevista ao Site Roberta Tum na manhã desta sexta, 2, disse que nunca teve intenção de deixar a prefeitura para disputar o governo. “ Nunca cogitei essa possibilidade, embora o partido tenha me cobrado”, falou.

Santana diz que o partido sondou seu nome para a disputa mas que ele nunca deu sinal positivo . “ Nunca permitir que fosse criada expectativa diante dessa possibilidade “, salienta.Para o prefeito o nome da deputada estadual e primeira-dama de Palmas, Solange Duailibe e ainda do ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão são os melhores que o partido tem no momento para a disputa.

“ O PT tem esses dois nomes com condições e disposição para disputar o governo”, pontuou. O partido pretende lançar na próxima semana o nome da sigla que vai disputar o governo, conforme informou o presidente da sigla, Donizeti Nogueira.

Santana que deixou a Assembléia para concorrer a prefeitura do município diz que está numa etapa fundamental e importante de seu mandato. “ Estou num momento crucial para o município e preciso continuar na prefeitura”, disse o petista.

Salomão também fica na prefeitura

O prefeito de Dianópolis, José Salomão confirmou nesta manhã ao Site RT que também não deixará o cargo. A permanência de Raul na prefeitura foi um dos motivos para que o prefeito desistisse de disputar uma vaga de deputado estadual ou até mesmo ser o candidato do partido.

Para Salomão, o nome mais indicado do partido para disputar é Paulo Mourão. “ Ele é o nome mais indicado,tem um bom perfil é articulado e conta com vasta experiência “, argumentou o prefeito que diz ainda que o PT tem outros nomes bons para disputar assim como o da deputada Solange.

Fonte:www.robertatum.com.br

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Raul fica na prefeitura


A aliança partidária mínima pretendida pelo prefeito Raul Filho (PT) - a união do PT, PR e PSB -, que consolidaria seu nome como pré-candidato ao governo estadual não foi viabilizada e é a esse motivo que o petista atribui sua desistência de concorrer ao cargo de governador do Tocantins nas eleições de outubro e consequentemente sua permanência à frente da Prefeitura de Palmas.

Com a presença em massa das principais lideranças políticas do Partido dos Trabalhadores e demais aliados, o prefeito anunciou que não iria se desincompatibilizar do cargo.

“Fizemos de tudo para firmar uma aliança com os partidos da base. Incansável o prefeito de Colinas, José Santana (PT) esteve madrugada adentro conversando com o senador João Ribeiro (PR) tentando um acordo argumentando que o melhor seria que estivéssemos todos juntos. O senador, por sua vez, disse que entendia a nossa posição, mas que seguiria com a União do Tocantins (UT). Ainda hoje acreditávamos que a construção de um projeto com essas legendas seria possível, mas infelizmente não foi. E sem uma coligação forte, não seria viável”, ponderou.

Sem PSB

Em seu discurso, Raul disse que um dos grandes impasses durante as tratativas para consolidação de uma aliança foi conseguir o apoio do PSB, presidido a nível estadual pelo deputado federal Laurez Moreira (PSB). Segundo ele, apesar de ter a adesão do PSB metropolitano, que tem a sua frente o reitor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Alan Barbieiro, a direção estadual alegou que não deixaria o governo, ou seja, não deixaria uma aliança com o governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB).

“Estivemos conversando muito com o PSB, outro partido que acreditávamos que estariam conosco nessa caminhada, mas o deputado Laurez Moreira acabou não acreditando no nosso projeto e preferiu ficar ao lado do governo estadual. Sem o PSB e sem o PR ficou impossível”, disse Raul.

O evento contou também com a presença do presidente do PMDB metropolitano, Lázaro Quirino que também já havia declarado apoio a pré-candidatura de Raul. Sobre o PMDB o prefeito afirmou ter perdido as esperanças há muito tempo. "Houve um princípio de pacto com os peemedebistas, mas ele acabou não se confirmando, chegamos a tomar cerveja juntos, mas a alegria foi rápida, acabou no dia seguinte", avaliou o petista, lembrando da reunião ocorrida no mês passado em Brasília, onde teria sido selado um acordo entre PT e PMDB que foi negado posteriormente pelo presidente estadual do partido, deputado federal Osvaldo Reis.

Mais dois anos

Parafraseando Dom Pedro I, Raul Filho afirmou que optou por concluir o mandato e permanecer na Prefeitura, mas que embora ele não seja o pré-candidato, ele garantiu que o PT terá candidatura própria. “Estivemos trabalhando desde o ano passado o projeto que a legenda tem para o Tocantins e é com ele que vamos disputar uma vaga no Palácio Araguaia. Temos nomes fortes para concorrer, temos o prefeito de Dianópolis, José Salomão (PT), o Santana, o ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão e até mesmo o da deputada Solange Duailibi (PT). Não vamos desistir”, devemos estar anunciando o nome do partido para concorrer já nos próximos dias, finalizou

Fonte: Site RT - www.robertatum.com.br

Hercy Filho assume presidência da Jucetins


O ex-presidente Vilmar Oliveira, acompanhado do deputado estadual Junior Coimbra, autoridades e servidores, recepcionou o novo presidente da Junta Comercial do Estado do Tocantins - Jucetins, Hercy Filho, empossado na tarde desta quarta-feira, 31, no Palácio Araguaia. Ele é um dos 12 novos integrantes da equipe do governo de Carlos Gaguim e recebe a missão de presidir a Junta Comercial do Estado do Tocantins tendo como meta a continuidade dos trabalhos já desenvolvidos. Conforme o novo presidente, a meta é “corresponder à dinâmica do Governo do Estado de alta produtividade e de bem servir ao cidadão tocantinense”.

PERFIL:

Hercy Filho, 49 anos, natural de Dianópolis, é casado com Marizete de Fátima e pai de três filhos. Engenheiro Agrônomo pela universidade de Brasilia – UNB e Advogado pela Universidade Federal do Tocantins – UFT, Hercy Filho está na vida pública há 19 anos. Dentre as suas atuações está a de Diretor de Habitação do Governo do Estado, em 1991 e 1992; prefeito de Dianópolis entre os anos de 1993 a 1996; assessor parlamentar entre 1998 e 2004; chefe de gabinete do Detran, de 2005 a 2009; e por último, chefe de gabinete da Secretaria do Trabalho e Ação Social – Setas, em 2009. Agora 2010 recebe a missão de presidir a Junta Comercial do Estado do Tocantins, Jucetins, tendo como meta a continuidade dos trabalhos já desenvolvidos, correspondendo à dinâmica do Governo do Estado de alta produtividade e de bem servir ao cidadão tocantinense.


Fonte: Secom/TO

VILA VENCE CLÁSSICO


Não podia deixar de registrar este acontecimento ímpar. Estive em Goiânia no último final de semana e fui ao estádio conferir o clássico entre o Vila e o Goiás. Eu estava acompanhado de Teko(meu primo) e Maílson(amigo e jogador do Vila). Pude então observar e comprovar a paixão do torcedor goiano pelo futebol. Parabéns ao Vila! E que torcida é essa meu irmão!!!

Parabéns também à Goiânia pelas lindas mulheres!

Confira a matéria sobre a vitória do Vila Nova logo abaixo:

Obs.: Ah, um abraço também aos outros jogadores do time(todo mundo muito gente boa)


O Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA) foi palco de mais uma vitória do Vila Nova. Com show da torcida, o Tigre venceu o arqui-rival de virada.

Domingo de clássico em Goiânia. Vila Nova e Goiás se enfrentaram pela penúltima rodada do 2º turno do Campeonato Goiano 2010, os dois times buscando a classificação para as semifinais da competição.

Jogo difícil, porém o que se viu foi garra e determinação dentro de campo e nas arquibancadas.

Max, Altair, Régis, Vítor e Dida; Osmar, Nunes, Joelson e Leandro Cruz; Anderson Melo e Washington, comandados pelo técnico Edson Gaúcho entraram em campo para mais uma batalha.

Do outro lado , Harlei; Wendell, Ernando, Tolói e Jadílson; Amaral, Túlio, Rithelly, Saci e Sacconi; Rafael Moura, Jorginho o técnico esmeraldino.

No início da partida o Vila Nova assustou o adversário, mas na primeira chance que o Goiás teve, aos 4 minutos, em cobrança de escanteio, no bate-rebate na área a bola bateu no zagueiro colorado Régis e entrou.

Aos 13 minutos foi a vez do Tigre assustar com Osmar, que minutos depois tentou a finalização novamente, mas sem sucesso. Final da primeira etapa, Goiás à frente no placar.

Para a segunda etapa o técnico colorado mexeu no time, saiu Washington e Leandro Cruz para a entrada de Moré e Jaílson.

Aos quatro minutos, Dida cruzou a bola e Jaílson, de cabeça, balançou a rede. Seis minutos depois foi a vez do atacante Moré, também de cabeça, virar o placar. No decorrer da partida Édson Gaúcho colocou Fabrício no lugar de Anderson Melo.

O time esmeraldino teve três expulsões, aos 27 minutos Túlio fez falta em Moré, aos 41 minutos Rafael Moura em Altair, e Rithelly, aos 43 minutos, que puxou Moré.

Com três jogadores à mais o Tigre segurou o jogo e saiu de campo vitorioso, ocupando o 3º lugar na competição com 26 pontos. O próximo compromisso do Vila é no domingo (4/4) às 16h, no Estádio Pedro Romualdo Cabral, onde enfrenta o Santa Helena.