O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na sessão desta quinta-feira (4), cassar o mandato do prefeito de Filadélfia, município de Tocantins, Cléber Gomes do Espírito Santo (PP), por abuso de poder econômico. De acordo com o Ministério Público Eleitoral (MPE) ele contratou 1.422 cabos eleitorais, além de 350 veículos, para prestarem serviços na campanha eleitoral de 2008. O município tem pouco mais de seis mil eleitores e menos de nove mil habitantes.
O Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins (TRE-TO) decidiu pela improcedência do recurso, ao entender que a corrupção eleitoral não foi comprovada e que os gastos com pessoal e locação de veículos, apesar de excessivos, não superaram o limite previamente estabelecido pelo partido do candidato, de R$ 1 milhão, daí não poder se falar em abuso do poder econômico.
Para o MPE, embora a contratação de pessoal e veículos para realização de campanha sejam despesas eleitorais permitidas pela legislação, a Justiça Eleitoral não deve tolerar abusos que venham a frustrar a igualdade de oportunidades que deve existir entre os candidatos e, em consequência, desequilibrar a disputa. Sustentou que, no caso, a prestação de contas do candidato registrou um gasto total de R$ 827.021,00, sendo R$ 337.141,00 em despesa com pessoal e R$ 276.347,00 com locação de veículos.
Para o relator, ministro Gilson Dipp, “o significativo valor empregado na campanha eleitoral especialmente de veículos e cabos eleitorais, configura o abuso de poder econômico e a potencialidade lesiva para desequilibrar a disputa entre os candidatos”. A decisão foi unânime.
Fonte: Ecos do Tocantins (com informações do TSE)
Comentários do autor:
É incrível a quantidade de prefeitos do Tocantins cassados e presos por corrupção. Este blog, a partir desta semana, divulgará também casos como o do prefeito de Filadélfia, Cléber Gomes do Espírito Santo (PP), cassado por abuso de poder econômico. O sujeito simplesmente contratou 1/3 dos eleitores para serem cabos eleitorais no período das eleições passadas.
E no sudeste do Tocantins também tem gente que deve estar com muito receio das ações do MPE e do TSE, por exemplo. Afinal, são vários os casos de improbidade administrativa, abuso de poder político/econômico, enfim, corrupção generalizada. Na nossa região já tivemos os casos dos "enrolados" Dional, Adimar...
Vamos esperar e conferir o desfecho dessa triste novela.
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Partido dos Trabalhadores amplia preferência popular

O Partido dos Trabalhadores ampliou sua liderança na preferência do povo brasileiro. Pesquisa Vox Populi, encomendada pela direção nacional do PT, aponta que o partido tem 32% da simpatia da população, um acréscimo de 4% em comparação com levantamento realizado em 2009.
A pesquisa entrevistou 2.200 pessoas em todo o País e foi realizada na primeira quinzena do mês de junho. De acordo com a Vox Populi, 66% dos entrevistados acham que o PT atua de maneira positiva na política brasileira. E 15% afirmam que o PT é o partido que tem os políticos mais honestos, o maior índice entre todos os demais.
A pesquisa apurou também que 72% consideram o PT um partido moderno e com novas idéias, enquanto que um total de 81% o classificaram como um partido forte. Além disso, 48% dos entrevistados afirmam que o PT é a maior agremiação política do Brasil.
O levantamento também avaliou o desempenho da presidenta Dilma Rousseff em seis meses de governo. O resultado total da soma de quem considera o desempenho da presidenta como ótimo, bom e regular positivo ficou em 71% de aprovação popular.
Os resultados da pesquisa foram apresentados durante a reunião da Comissão Executiva Nacional do PT nesta quinta-feira (4), no Rio de Janeiro.
Fonte: www.pt.org.br
Musa do Inter: Andressa Nunes
Este Blog apóia e divulga o concurso da Musa do Campeonato Brasileiro 2011(a sexta edição é uma parceria de sucesso entre Esporte Espetacular, GLOBOESPORTE.COM e Caldeirão do Huck). E, dando continuidade à divulgação de algumas fotos das principais candidatas ao título de beldade do nosso futebol, confira logo abaixo a linda Andressa Nunes, musa do Internacional. Bom final de semana a todos!


Vox Populi: 71% dos brasileiros aprovam governo Dilma
Pesquisa encomendada pelo PT ao Instituto Vox Populi apontou que 71% dos brasileiros fazem avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff. O levantamento, feito junto a 2.200 entrevistados, foi divulgado nesta quinta-feira (4).
Para 4%, o desempenho da presidente é ótimo, enquanto 40% apontaram como bom, e 37% como regular positivo. A pesquisa foi feita em todo o país na 1ª quinzena de junho.
Os dados foram divulgados pela assessoria do PT, mas ainda não foram detalhados os 29% de avaliação negativa. Os resultados do levantamento nacional foram discutidos na manhã desta quinta-feira (4) durante reunião da executiva nacional do PT, no Rio de Janeiro.
Segundo a assessoria, 48% dos entrevistados consideraram o PT o maior partido do Brasil. Já 81% apontaram a legenda como “forte” ou “muito forte”.
Em outra questão, 66% disseram que o PT atua de forma positiva e 15% afirmaram que o partido tem “os políticos mais honestos”. Neste último quesito, segundo a assessoria do PT, outros partidos tiveram em torno de 7% de citações.
Fonte: www.facebook.com/pt.brasil
Para 4%, o desempenho da presidente é ótimo, enquanto 40% apontaram como bom, e 37% como regular positivo. A pesquisa foi feita em todo o país na 1ª quinzena de junho.
Os dados foram divulgados pela assessoria do PT, mas ainda não foram detalhados os 29% de avaliação negativa. Os resultados do levantamento nacional foram discutidos na manhã desta quinta-feira (4) durante reunião da executiva nacional do PT, no Rio de Janeiro.
Segundo a assessoria, 48% dos entrevistados consideraram o PT o maior partido do Brasil. Já 81% apontaram a legenda como “forte” ou “muito forte”.
Em outra questão, 66% disseram que o PT atua de forma positiva e 15% afirmaram que o partido tem “os políticos mais honestos”. Neste último quesito, segundo a assessoria do PT, outros partidos tiveram em torno de 7% de citações.
Fonte: www.facebook.com/pt.brasil
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
TREM-BALA FAZ MAIS UMA VÍTIMA: VASCÃO 2 X 0 SANTOS

A expectativa era grande. De um lado Neymar, o atacante mais badalado do país e que vem conquistando uma legião de fãs com seu vasto repertório de dribles e gols. Do outro Dedé, zagueiro que vem subindo de produção a cada partida e que foi convocado para a Seleção Brasileira pela primeira vez na última semana. E a eficiência do cruz-maltino levou a melhor contra o jeito moleque do santista. Com gols de Diego Souza e do próprio zagueiro, o Vasco venceu o Santos por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, em São Januário, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O embate entre os dois aconteceram em poucos momentos. Mas Dedé levou a melhor. Desarmou o adversário duas vezes, fez falta em outra. Neymar esteve em noite pouco inspirada. O mesmo não pode se dizer do vascaíno, que, além de ido bem no duelo contra o astro santista, levou os torcedores à loucura com um gol de cabeça. Mas a noite não foi apenas de Dedé e Neymar. Os 17.118 presentes ainda presenciaram um show de Diego Souza. Desde o início o camisa 10 vascaíno foi o principal motor do time carioca com dribles, arrancadas e finalizações como a do primeiro gol do Vasco. Só ele conseguiu roubar um pouquinho das atenções. Por outro lado, Paulo Henrique Ganso esteve apagado.
O Vasco volta a entrar em campo no próximo domingo, às 18h30m (de Brasília), para a disputa do clássico contra o Botafogo, no Engenhão. Já o Santos enfrenta o Ceará, às 16h, no Pacaembu, também no domingo.
Com a vitória, o Vasco pulou para a terceira posição do Campeonato Brasileiro com 27 pontos, quatro atrás do líder Corinthians e a três do Flamengo. O Santos caiu para o 18º lugar e entrou na zona de rebaixamento com 11 pontos.
Artigo: Os Temas da Eleição
Daqui a quase exatamente um ano, entraremos na fase final da campanha para as eleições municipais. Em todas as capitais e nas cidades mais importantes do interior, as equipes dos candidatos a prefeito e vereador estarão dando os últimos retoques no discurso que será apresentado aos eleitores através da televisão e do rádio.
Já fizemos muitas eleições municipais no Brasil moderno. Foram sete, contando com a de 1985, específica para as capitais e cidades de “segurança nacional” - que ficaram sem votar para prefeito depois do Ato Institucional nº 3, de 1966 - e as estâncias hidrominerais (onde, por uma dessas bizarrices da nossa tradição administrativa, a população não escolhia prefeitos). Não se pode, portanto, dizer que são coisa nova.
Sem falar nas cidades menores, nas quais os militares não impediram que fossem realizadas eleições para as prefeituras e as Câmaras de Vereadores. Nelas, não houve interrupção e a história desses processos tem quase oitenta anos, vinda desde a década de 1930.
Com tudo isso, já era mais que tempo para que soubéssemos o que são essas eleições e em que diferem das outras, para os cargos estaduais e nacionais. Mas não, parece que não aprendemos. Insistimos em encará-las de forma equivocada.
O principal problema é querer encontrar nelas uniformidades que não existem. Se há uma regra nas eleições municipais é que elas são singulares, pois são determinadas por fatores locais, nos quais a influência das questões nacionais tende a ser pequena.
Ali, a população está preocupada com as enchentes. Aqui, com a falta d’água. No Sul, com o declínio da suinocultura. No Centro-Oeste, com a expansão do cultivo da soja.
Nas cidades grandes, a pauta é uma. Nas pequenas, outra. Há lugares em que a carência de empregos é crítica, e vários em que se tornou irrelevante. Existem cidades obcecadas com a segurança e muitas que levam a vida sem sustos.
É claro que existem fatores nacionais e que os eleitores de todo o país compartilham sentimentos e opiniões. Mas a escolha que terão que fazer no dia 7 de outubro de 2012 é entre personagens concretos, que se habilitam a responder a problemas concretos de cada localidade concreta.
Ninguém avalia um candidato a prefeito de sua cidade em função de um problema do Brasil (por mais grave que seja), do estado (por mais evidente que tenha se tornado) ou de outra cidade (mesmo que seja difundido diariamente pela mídia). Problemas locais (ainda que semelhantes) pedem respostas locais.
Na agenda da população de duas cidades, é possível que a mesma preocupação esteja em primeiro lugar. Sem medo de errar, podemos, aliás, apostar que, na quase totalidade delas, a má qualidade do atendimento oferecido pelo sistema público de saúde está nesse posto.
Mas os candidatos não serão selecionados em função da existência do problema e sim do que fizeram (se forem de continuidade) ou se propõem a fazer (se de oposição) para enfrentá-lo. E as propostas são, sempre, locais, mesmo quando ultrapassam a esfera municipal e envolvem relações com o estado ou a União.
Em outras palavras: perdemos tempo procurando “o tema” das eleições e tentando identificar que fatores atuarão no conjunto do eleitorado de nossos quase 6 mil municípios. O que motiva o voto não é o problema e sim a resposta, e ela é local.
Por isso, faz pouco sentido especular a respeito do impacto eleitoral de uma piora do quadro econômico internacional em 2012. Pelo que lemos na imprensa, teria sido esse um tema debatido pelo comando do PT no seminário realizado em São Paulo no fim de semana.
Questões como a queda do dólar, as dificuldades para a exportação, a perda de velocidade no ritmo do crescimento nacional, são de grande importância para os eleitores (pelo menos, para alguns).
Mas todos sabem que escolher o prefeito da cidade e o vereador são coisas diferentes, que pouco (ou nenhum) efeito têm sobre elas. Nem se escolhe, nem se descarta um candidato por causa delas.
As perspectivas eleitorais do PT piorariam se a avaliação do governo Dilma caísse? Talvez, mas não nos esqueçamos que o partido conquistou apenas 10% das prefeituras em 2008, quando a popularidade de Lula batia recordes. E recebeu 56% do voto válido para presidente na eleição seguinte.
Talvez não precisemos de ilustração maior da pouca relação que há entre voto local e questões nacionais.
Autor: Marcos Coimbra (é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi)
Já fizemos muitas eleições municipais no Brasil moderno. Foram sete, contando com a de 1985, específica para as capitais e cidades de “segurança nacional” - que ficaram sem votar para prefeito depois do Ato Institucional nº 3, de 1966 - e as estâncias hidrominerais (onde, por uma dessas bizarrices da nossa tradição administrativa, a população não escolhia prefeitos). Não se pode, portanto, dizer que são coisa nova.
Sem falar nas cidades menores, nas quais os militares não impediram que fossem realizadas eleições para as prefeituras e as Câmaras de Vereadores. Nelas, não houve interrupção e a história desses processos tem quase oitenta anos, vinda desde a década de 1930.
Com tudo isso, já era mais que tempo para que soubéssemos o que são essas eleições e em que diferem das outras, para os cargos estaduais e nacionais. Mas não, parece que não aprendemos. Insistimos em encará-las de forma equivocada.
O principal problema é querer encontrar nelas uniformidades que não existem. Se há uma regra nas eleições municipais é que elas são singulares, pois são determinadas por fatores locais, nos quais a influência das questões nacionais tende a ser pequena.
Ali, a população está preocupada com as enchentes. Aqui, com a falta d’água. No Sul, com o declínio da suinocultura. No Centro-Oeste, com a expansão do cultivo da soja.
Nas cidades grandes, a pauta é uma. Nas pequenas, outra. Há lugares em que a carência de empregos é crítica, e vários em que se tornou irrelevante. Existem cidades obcecadas com a segurança e muitas que levam a vida sem sustos.
É claro que existem fatores nacionais e que os eleitores de todo o país compartilham sentimentos e opiniões. Mas a escolha que terão que fazer no dia 7 de outubro de 2012 é entre personagens concretos, que se habilitam a responder a problemas concretos de cada localidade concreta.
Ninguém avalia um candidato a prefeito de sua cidade em função de um problema do Brasil (por mais grave que seja), do estado (por mais evidente que tenha se tornado) ou de outra cidade (mesmo que seja difundido diariamente pela mídia). Problemas locais (ainda que semelhantes) pedem respostas locais.
Na agenda da população de duas cidades, é possível que a mesma preocupação esteja em primeiro lugar. Sem medo de errar, podemos, aliás, apostar que, na quase totalidade delas, a má qualidade do atendimento oferecido pelo sistema público de saúde está nesse posto.
Mas os candidatos não serão selecionados em função da existência do problema e sim do que fizeram (se forem de continuidade) ou se propõem a fazer (se de oposição) para enfrentá-lo. E as propostas são, sempre, locais, mesmo quando ultrapassam a esfera municipal e envolvem relações com o estado ou a União.
Em outras palavras: perdemos tempo procurando “o tema” das eleições e tentando identificar que fatores atuarão no conjunto do eleitorado de nossos quase 6 mil municípios. O que motiva o voto não é o problema e sim a resposta, e ela é local.
Por isso, faz pouco sentido especular a respeito do impacto eleitoral de uma piora do quadro econômico internacional em 2012. Pelo que lemos na imprensa, teria sido esse um tema debatido pelo comando do PT no seminário realizado em São Paulo no fim de semana.
Questões como a queda do dólar, as dificuldades para a exportação, a perda de velocidade no ritmo do crescimento nacional, são de grande importância para os eleitores (pelo menos, para alguns).
Mas todos sabem que escolher o prefeito da cidade e o vereador são coisas diferentes, que pouco (ou nenhum) efeito têm sobre elas. Nem se escolhe, nem se descarta um candidato por causa delas.
As perspectivas eleitorais do PT piorariam se a avaliação do governo Dilma caísse? Talvez, mas não nos esqueçamos que o partido conquistou apenas 10% das prefeituras em 2008, quando a popularidade de Lula batia recordes. E recebeu 56% do voto válido para presidente na eleição seguinte.
Talvez não precisemos de ilustração maior da pouca relação que há entre voto local e questões nacionais.
Autor: Marcos Coimbra (é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi)
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Musas do Atlético-MG
Este Blog apóia e divulga o concurso da Musa do Campeonato Brasileiro 2011(a sexta edição é uma parceria de sucesso entre Esporte Espetacular, GLOBOESPORTE.COM e Caldeirão do Huck). E, dando continuidade à divulgação de algumas fotos das principais candidatas ao título de beldade do nosso futebol, confira logo abaixo duas candidatas do Atlético-MG: Mirian Barreto e Jéssica Batista.






TREM-BALA ATROPELA O SÃO PAULO NO MORUMBI: 2 A 0

Foi a eficiência que levou o Vasco ao título da Copa do Brasil. O time de Ricardo Gomes não precisa jogar bonito para dar trabalho e vencer, a exemplo do que fez neste domingo, pela décima terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Dentro do Morumbi, o time carioca só precisou de um contra-ataque para abrir o placar e de outro para derrotar de vez o São Paulo: 2 a 0, que aproxima o Vasco dos líderes da competição e ainda impede o avanço de um rival direto na briga pelo título. Mais eficiente do que isso, impossível.
No reencontro com seu ex-clube, Ricardo Gomes conseguiu anular as principais peças do São Paulo (leia-se Lucas e Rivaldo) e viu Diego Souza brilhar na única chance que teve, com o passe perfeito para Eder Luis. O resultado leva o Vasco aos 24 pontos, a quatro do líder Corinthians. A dobradinha de títulos nacionais é um sonho que pode ser alcançado.
Do outro lado, o São Paulo só brilhou no começo do jogo. Depois, faltou imaginação para furar a marcação rival e tentar o empate. O torcedor saiu frustrado com o segundo tropeço seguido no Morumbi e vaiou muito a equipe – há duas rodadas, o Tricolor só empatou com o Atlético-GO. Ainda com 25 pontos, o time de Adilson Batista perde a vice-liderança para o Flamengo e termina a rodada em terceiro, empatado em pontos com o Palmeiras. Pelo menos, a diferença para o Corinthians segue a mesma: três pontos.
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