sexta-feira, 22 de agosto de 2014

JINGLE JOSÉ SALOMÃO DEPUTADO ESTADUAL

SEMANA DE CAMPANHA: JOSÉ SALOMÃO PARTICIPOU DE INAUGURAÇÃO DE COMITÊ NA CAPITAL, RECEBEU APOIO DE LIDERANÇAS E VISITARÁ SETE CIDADES ATÉ O FINAL DA SEMANA





A semana do candidato a Deputado Estadual, José Salomão(PT), começou movimentada, com reuniões e visitas na capital e interior. O candidato tem ouvido a população e apresentado propostas que farão parte do futuro mandato parlamentar.

Na segunda-feira, dia 18, Salomão participou da inauguração do comitê da candidata a deputada federal Dulce Miranda (PMDB) em Palmas. Na terça-feira, juntamente com o candidato a Federal, Freire Júnior (PV), realizou reunião na cidade de Porto Nacional.

Salomão também recebeu nos últimos dias importantes apoios de lideranças do sudeste, como o ex-prefeito Alberto e o vereador Marlon de Silvanópolis, além do vereador de Chapada da Natividade, Itamar do PT.


No próximo final de semana a agenda de campanha continua com visitas e reuniões em Chapada, Natividade, Silvanópolis, Brejinho, Porto Nacional, Aliança e Gurupi.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Novos campi da Unitins são inaugurados


Os três novos campi da Fundação Universidade do Tocantins já estão em funcionamento nas cidades de Araguatins, Augustinópolis e Dianópolis. As aulas inaugurais foram realizadas entre os dias 15 e 18 de agosto nas localidades e contaram com a participação do reitor Joaber Divino Macedo. “Por onde a gente passou, tive a certeza de levar esperanças aos nossos alunos. A chegada do campus da Unitins nessas cidades representa um futuro profissional melhor para essas pessoas. Representa progresso, porque só se desenvolve a sociedade que investe em conhecimento”, destaca o reitor.

Em Araguatins a aula magna foi realizada na sexta-feira (15) e reuniu os estudantes aprovados no vestibular para os cursos de Pedagogia e Letras.  O diretor do Campus Universitário de Araguatins, Francisco Aldivino Gonçalves destacou a contribuição que Unitins leva à região com os cursos: “Temos falta de professores de matemática, química, física aqui no Bico do Papagaio. Com a chegada da Unitins a gente espera estar formando os profissionais que o mercado precisa”.

Em Augustinópolis, os estudantes de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Tecnologia em Gestão de Agronegócio participaram da aula magna no sábado (16) com muita euforia. Vibraram com o anúncio da equipe pedagógica e conheceram as três escolas onde as turmas terão aula. O campus ofereceu 970 vagas e inscreveu inicialmente, apenas alunos que vieram transferidos de outras instituições de ensino. Para o diretor do campus, Júlio da Silva Oliveira, a aula magna foi uma comemoração: “Nossos alunos estavam felizes, vibraram a cada anúncio da equipe de trabalho, festejaram a concretização do desejo de ter o Campus da Unitins funcionando na cidade. Boa parte do corpo docente e de coordenadores já é conhecida dos alunos e a receptividade foi maravilhosa.”

Em Dianópolis, a Unitins também foi criada com o propósito de acolher inicialmente os estudantes da FADES – Fundação de Ensino Superior do Sudeste do Tocantins, que encerrou as atividades no município.  Neste campus vão funcionar os cursos de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Tecnologia em Gestão Ambiental.


Tanto no campus em Augustinópolis, como em Dianópolis, os estudantes darão seqüência ao curso sem prejuízos na grade curricular.  Os novos campi somam 1510 novas vagas de ensino superior no quadro da Unitins, que voltar a ser multicampi com cursos presenciais. “A Unitins volta a crescer mantendo a missão de levar ensino superior de qualidade ao interior do Tocantins, realizando a inclusão social e diminuindo as barreiras para a formação profissional”, declara Joaber Macedo.

Ascom Unitins

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Dilma mostra realizações e determinação no programa de TV com Lula


As eleições e a mídia


A influência dos meios de comunicação vai além da produção de noticiário. Eles contratam as pesquisas e organizam os debates

Por Marcos Coimbra — publicado 18/08/2014

Na próxima terça 19, com o início da propaganda eleitoral na televisão e no rádio, entraremos na etapa final da mais longa eleição de nossa história. Começou em 2011 e nossa vida política gira em torno dela desde então.

A batalha da sucessão de Dilma Rousseff foi iniciada quando cessou o curto período de lua de mel com as oposições, no primeiro ano de governo. Talvez em razão do vexame protagonizado por José Serra na campanha, o antipetismo andava em baixa.

Durou pouco. Na entrada de 2012, o clima político deteriorou-se. As oposições perceberam que, se não fizessem nada, marchariam para nova derrota na eleição deste ano. Ao analisar as pesquisas de avaliação do governo e notar que Dilma batia recordes de popularidade a cada mês, notaram ser elevadas as possibilidades de o PT chegar aos 16 anos no poder. E particularmente odiosa. Serem derrotadas outra vez por Dilma doía mais do que perder para Lula.

Ela era “apenas” uma gestora petista, sem a aura mitológica do ex-presidente. Sua primeira eleição podia ser creditada, quase integralmente, à força do mito. Mas a segunda, se viesse, seria a vitória de uma candidatura “normal”. Quantas outras poderiam se seguir?

A perspectiva era inaceitável para os adversários do PT. Na sociedade, no sistema político e no empresariado, seus expoentes arregaçaram as mangas para evitá-la. A ponta de lança da reação foi a mídia hegemônica, em especial a Rede Globo.

Recordar é viver. Muitos se esqueceram, outros nem souberam, mas a realidade é que a “grande imprensa” formulou com clareza um projeto de intervenção na vida política nacional.

Não é teoria conspiratória. Quem disse que os “meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste País, já que a oposição está profundamente fragilizada”, foi a Associação Nacional de Jornais, por meio de sua presidenta, uma das principais executivas do Grupo Folha. Enunciada em 2010, a frase nunca foi tão verdadeira quanto de 2012 para cá.

Como resultado da atuação da vanguarda midiática oposicionista, estamos há três anos imersos na eleição de 2014. A derrota de Dilma é buscada de todas as formas. O “mensalão”? Joaquim Barbosa? A “festa cívica” do “povo nas ruas”? O “vexame” da Copa do Mundo? A “compra da refinaria”? O “fim do Plano Real”? A “volta da inflação”? O “apagão” na energia? A “crise na economia”? A “desindustrialização”? O “desemprego”?

Nada disso nunca teve verdadeira importância. Tudo foi e continua a ser parte do esforço para diminuir a chance de reeleição da presidenta.

Ou alguém acha que os analistas e comentaristas dessa mídia acreditam, de fato, na cantilena que apregoam quando se vestem de verde-amarelo e se dizem preocupados com a moral pública, os empregos dos trabalhadores ou a renda dos pobres? Ou que queiram fazer “bom jornalismo”?

Temos agora uma ferramenta para elucidar o papel da mídia na eleição. Por iniciativa do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, está no ar o manchetômetro (http://www.manchetometro.com.br), um site que acompanha a cobertura diária da eleição na “grande imprensa”: os jornais Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo, além do Jornal Nacional da Globo (como se percebe, os organizadores do projeto julgaram desnecessário analisar o “jornalismo” do Grupo Abril).

Lá, vê-se que os três principais candidatos a presidente foram objeto, nesses veículos, de 275 reportagens de capa desde o início de 2014. Aécio Neves, de 38, com 19 favoráveis e 19 desfavoráveis. Tamanha neutralidade equidistante cessa com Dilma: ela foi tratada em 210 textos de capa. Do total, 15 são favoráveis e 195 desfavoráveis. Em outras palavras: 93% de abordagens negativas.

É assim que a população brasileira tem sido servida de informações desde quando começou o ano eleitoral. É isso que faz a mídia para exercer o papel autoassumido de ser a “oposição de fato”.

O pior é que a influência dessas empresas ultrapassa o noticiário. Elas contratam as pesquisas eleitorais que desejam e as divulgam quando e como querem. E organizam os debates entre candidatos.


Está mais que na hora de discutir a interferência dessa mídia no processo eleitoral e, por extensão, na democracia brasileira.

Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta terça-feira (19)


Começa nesta terça-feira (19) o horário gratuito de propaganda eleitoral no rádio e na televisão dos candidatos às Eleições Gerais de 2014. O horário se estenderá até o dia 2 de outubro, em primeiro turno. Em sessão administrativa do dia 5 de agosto, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a Resolução nº 23.429, que trata do uso do horário eleitoral pelos candidatos a presidente da República e do plano de mídia.

Pela resolução, os 25 minutos de propaganda eleitoral em bloco dos candidatos a presidente, no horário gratuito no rádio e na TV, estão assim divididos: Coligação Com a Força do Povo – 11min24s; Coligação Muda Brasil – 4min35s; Coligação Unidos pelo Brasil – 2min03s; Partido Social Cristão (PSC) – 1min10s; Partido Verde (PV) – 1min04s; Partido Socialismo e Liberdade (PSol) – 51s; Partido Social Democrata Cristão (PSDC) – 45s; Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) – 47s; Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 45s; Partido Comunista Brasileiro (PCB) – 45s; e Partido da Causa Operária (PCO) – 45s.

De acordo com a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), a propaganda eleitoral dos candidatos a presidente da República, no horário eleitoral, deve ocorrer às terças e quintas-feiras e aos sábados das 7h às 7h25 e das 12h às 12h25 no rádio, e das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55 na televisão.

Em sorteio realizado no plenário do Tribunal no dia 5, a ordem de veiculação da propaganda eleitoral no horário gratuito com relação aos candidatos a presidente da República ficou assim: Coligação Unidos pelo Brasil, PCB, PSTU, Coligação Muda Brasil, Coligação Com a Força do Povo, PRTB, PSDC, PCO, PSC, PV e PSol. Essa será a ordem de abertura do horário eleitoral desta terça-feira (19).

Nos programas seguintes, será adotado sistema de rodízio, sem prejuízo da ordem estabelecida, devendo o partido político ou a coligação que teve seu programa apresentado em último lugar ser deslocado para o primeiro e assim sucessivamente.

Os tempos indicados foram obtidos pela utilização dos critérios do artigo 36 da Resolução TSE nº 23.404/2014, considerando o número de partidos políticos ou coligações que solicitaram registro de candidato a presidente da República e a respectiva representação na Câmara dos Deputados.

Campus da Unitins em Dianópolis tem aula inaugural nessa segunda-feira, 18


Na cidade Dianópolis, localizada a 360 km da Capital, será realizada na noite dessa segunda-feira, 18, a aula inaugural do novo campus da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins).

Participarão do evento os acadêmicos dos cursos de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Tecnologia em Gestão Ambiental que estudavam na Faculdade para o Desenvolvimento do Sudeste Tocantinense (Fades) que foram recebidos via transferência voluntária pela Unitins.

A aula inaugural será no auditório do Colégio João de Abreu e terá a presença do reitor da Unitins, Joaber Divino Macedo, além de professores e autoridades.


Fonte – Ascom Unitins

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Marcelo Miranda compartilha mensagem de agradecimento aos amigos do facebook

Pesquisa SERPES mostra Marcelo vencendo no 1ª Turno. Kátia também lidera


O ex-governador Marcelo Miranda (PMDB) aparece em primeiro lugar na corrida ao Palácio Araguaia com 52,7% das intenções de voto ante 20,1% do governador Sandoval Cardoso (SD), o segundo colocado. Com 2,2%, o senador Ataídes Oliveira (PROS) vem em terceiro lugar. É o que mostra, na consulta estimulada, a primeira rodada da pesquisa SERPES publicada pelo Jornal do Tocantins, neste domingo, 17.

Com o resultado, Marcelo Miranda venceria ainda no primeiro turno. Juntando o desempenho de todos os outros 4 candidato na pesquisa, eles chegam 22,9%, pouco mais da metade de Miranda.

O levantamento, realizado entre 11 e 15 deste mês e que ouviu 801 eleitores de sete regiões do Estado, revela que, se as eleições fossem hoje, 18,4% dos eleitores ainda estariam indecisos; 4,4% anulariam o voto e 1,6% não votaria.

Com margem de erro de 3,46 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%, a pesquisa apontou ainda Joaquim Rocha (PSOL) com 0,5%; Luís Cláudio (PRTB) com 0,1%; e Carlos Potengy (PCB) com 0%.

O nome de Rocha, que teve sua candidatura rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), consta nos questionários respondidos pelos eleitores porque ele foi substituído por Eula Angelim depois da pesquisa ser registrada. Já Luís Cláudio, que também consta nos questionários, teve a chapa majoritária do seu partido indeferida pelo TRE (o caso ainda está sub judice).

Kátia em 1º e Eduardo Gomes em 2º pelo Senado


A pesquisa SERPES apurou também a intenção do eleitorado tocantinense sobre a disputa pela única vaga do Estado para o Senado. Candidata à reeleição, a senadora Kátia Abreu (PMDB) aparece em primeiro lugar com 45,9% da preferência dos entrevistados. Em segundo lugar está o deputado federal licenciado Eduardo Gomes (SD) com 14, 6%, seguido do deputado estadual Sargento Aragão (PROS) com 9,5%.(Com informações do Jornal do Tocantins)

sábado, 16 de agosto de 2014

Vox Populi aponta Marcelo Miranda (PMDB) com 52%, Sandoval Cardoso com 22% e Ataídes com 2%


A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número TO-00015/14 e sob o número BR-00355/14.

Para o governo do Estado, o candidato da Coligação A Experiência Faz a Mudança, ex-governador Marcelo Miranda (PMDB-15) também se encontra na dianteira pela pesquisa Vox Populi, obtendo na estimulada o índice de 52% das intenções de votos contra 22% declarados ao governador Sandoval Cardoso, candidato à reeleição. Já o senador Ataides Oliveira apresenta um índice de 2% das intenções de voto.

Senado

Na pesquisa estimulada Vox Populi a senadora Kátia Abreu (PMDB), candidata à reeleição  aparece com 44% das intenções de votos dos eleitores do Estado, em segundo lugar aparece o  deputado federal Eduardo Gomes (13%), na disputa pelo Senado e .terceira posição aparece o candidato, deputado Sargento Aragão, aparece na pesquisa com 11%.

A pesquisa Vox Populi também indica que, se as eleições fossem hoje, a presidente Dilma Roussef seria reeleita com 50% das intenções de voto, contra 17% dados a Aécio Neves e 9% ao falecido ex-governador pernambucano Eduardo Campos.


A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número TO-00015/14 e sob o número BR-00355/14. A margem de erro é de 3,1% e um intervalo de confiança de 95%. Foram pesquisados 1.000 eleitores nas 53 cidades.