quarta-feira, 10 de setembro de 2014

MARCELO MIRANDA VISITA O SUDESTE AMANHÃ E FARÁ CARREATA E GRANDE COMÍCIO EM DIANÓPOLIS. PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!




- MARCELO NO SUDESTE DIA 11/09 -

#MARCELOGOVERNADOR15

CONFIRA A AGENDA:

14:00 - Caminhada em ALMAS

15:30 - Caminhada em PORTO ALEGRE DO TOCANTINS

17:00 - Caminhada em RIO DA CONCEIÇÃO


18:30 - Carreata e Comício em DIANÓPOLIS

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Como governador, Marcelo Miranda realizou mudanças no estado que trouxeram diversos benefícios para o povo. Hoje Marcelo quer fazer muito mais e apresenta propostas para colocar novamente o Tocantins no eixo do desenvolvimento. #MarceloMiranda15

A educação, que já foi privilégio de poucos, hoje avança para se tornar um direito de todos. Conheça as ações realizadas nos últimos 12 anos no programa eleitoral da presidenta Dilma que foi ao ar hoje:




CNT/MDA: Dilma sobe e chega a empate técnico com Marina no 2º turno


A petista, candidata à reeleição, reduziu pela metade a vantagem da ex-senadora. Aécio Neves oscilou para baixo no primeiro turno

A nova rodada da pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira 9 mostrou uma importante alta da presidenta Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, em um eventual segundo turno com Marina Silva (PSB). No levantamento anterior, divulgado no fim de agosto, Marina aparecia 5,9 pontos à frente de Dilma no segundo turno (43,7% x 37,8%), mas agora a petista subiu 4,9 pontos, chegando a 42,7%, o que a deixa em empate técnico com Marina, que subiu menos e foi a 45,5% das intenções de voto. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos para cima ou para baixo e a diferença entre as duas é de 2,8 pontos, elas estão empatadas tecnicamente.

O levantamento mostra também a polarização cada vez maior da corrida ao Planalto. Tanto Dilma quanto Marina tiveram altas expressivas, enquanto caiu a votação de Aécio Neves (PSDB) e diminuiu o número de votos brancos, nulos e de indecisos. Em agosto, Dilma aparecia em primeiro lugar no primeiro turno, com 34,2% das intenções de voto, contra 28,2% de Marina Silva e 16% de Aécio Neves. O número de votos brancos e nulos era de 8,7% e o de indecisos, de 10,4%. Agora, Dilma foi a 38,1% (alta de 3,9 pontos) no primeiro turno, contra 33,5% de Marina Silva e 14,7% de Aécio. Os eleitores que dizem votar em branco ou nulo nesta situação somam 5,9% e os indecisos são 5,7%.

Na pesquisa espontânea, aquela em que os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor, Dilma e Marina também tiveram altas significativas. Esse dado indica consolidação do voto nas duas. Enquanto isso, a intenção de voto espontânea em Aécio Neves caiu. Dilma foi de 26,4% em agosto para 30,9% em setembro, enquanto Marina subiu de 18,6% para 25,8% agora. No mesmo intervalo, Aécio Neves caiu de 11,3% para 10,1%.

Outro bom sinal para Dilma Rousseff foi a queda em sua taxa de rejeição. Em agosto, 45,5% dos entrevistados diziam que não votariam na petista de jeito nenhum. Agora, esse índice foi para 41,7%. Com Marina, o caminho foi inverso. Sua taxa de rejeição aumentou de 29,3% em agosto para 31% em setembro.

A subida de Dilma pode estar relacionada à melhora da avaliação de seu governo. Entre agosto de setembro, o índice de pessoas que avaliava o governo como regular passou de 37,4% para 39%, enquanto as avaliações positivas foram de 33,1% para 37,5%. A avaliação negativa do governo caiu de 28,8% em agosto para 23% agora.


A pesquisa CNT/MDA foi realizada entre 5 e 7 de setembro, e contou com 2002 entrevistas em 137 municípios de todas as regiões do País. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número BR - 00574/2014.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

En­tre­vis­ta - Marcelo Miranda: “Quem não quiser trabalhar que saia da frente”


Edição 2044 - Jornal Opção

Peemedebista vê possibilidade de definir a eleição já no primeiro turno, mas pede toda força por parte da militância

Na entrevista exclusiva ao Jornal Opção, o candidato ao governo Marcelo Miranda (PMDB) revelou que está mais experiente e preparado para voltar a governar o Estado. Acredita que o pleito seja definido já no primeiro turno, mas faz apelo à militância para se empenhar ainda mais nessa reta final da campanha. “Hoje se tem mais dinheiro e se faz muito menos”, sustenta Miranda, referindo-se às gestões que o sucederam. Ele quer voltar ao governo para retomar o círculo virtuoso do desenvolvimento, investindo em áreas que geram empregos. Disse que o governador Sandoval Cardoso participou de uma manobra que o conduziu ao mandato como governador para um mandato tampão e avalia que a atual administração é um “desgoverno como nunca se viu antes no Estado”. “Em algumas áreas, chega-se ao estado de caos, como a saúde pública. Em outros, poderíamos chamar, no mínimo, de alarmante, como a segurança. Então, acho que essa avaliação vai se refletir no resultado eleitoral.”

O senhor deve receber um Estado arrasado econômico e financeiramente. Caso seja eleito, quais as cinco primeiras medidas de impacto?

Você tem razão na sua afirmativa. É o que está se desenhando. Mas eu quero lhe dizer que ao assumir o desafio das eleições eu tinha consciência dessa realidade. E se eleito eu for, tenho a obrigação de fazer as mudanças que o Tocantins precisa e o que o povo quer. Já tenho um diagnóstico do Estado e sei o que vou enfrentar. Eu tenho pedido o voto de confiança de todo o povo tocantinense porque sei que estou preparado para fazer as mudanças e colocar de novo o Tocantins nos trilhos do desenvolvimento. Assim, em primeiro lugar, podem esperar um verdadeiro choque de gestão na saúde. Precisamos tirar a saúde da UTI, e aos poucos ir remodelando todo o sistema, dando dignidade aos profissionais da área e aos pacientes. Em segundo lugar, no meu governo será tolerância zero com o crime. Vamos também procurar recuperar a economia, retomando o círculo virtuoso que cria condições para empresário investir e, como consequência, gera empregos e renda. Será preciso retomar a política de moradia popular, com toda a experiência que já trazemos das administrações anteriores, quando construímos 40 mil casas antes mesmo que o governo federal lançasse o Minha Casa Minha Vida. E nesse desafio dos cinco pontos que você me lançou, pode anotar: vamos retomar o Governo Mais Perto de Você.

Qual será a sua principal política para ampliar o desenvolvimento do Tocantins?

Eu quero inicialmente lembrar que em 2009, quando deixei o governo, nós tínhamos R$ 938 milhões arrecadados no ICMS. Se pegarmos somente os dados do ano passado, isso saltou para R$ 1 bilhão e 679 milhões de arrecadação. E veja só um contrassenso: no meu governo, de 9% a 12% eram investidos em infraestrutura. Hoje, não se atinge nem 3%. Ou seja, hoje se tem mais dinheiro e se faz muito menos. Temos de retomar o círculo virtuoso do desenvolvimento, investindo em áreas que geram empregos. Aí eu destaco a necessidade de pensarmos na agroindústria sustentável, de não deixarmos mais os nossos produtos ficarem saindo daqui somente in natura. Por exemplo, por que mandar o abacaxi in natura lá pra fora? Temos que pensar em produzir o suco de abacaxi e o doce de abacaxi. Outra coisa importante é que Palmas precisa ser pensada, por sua localização estratégica no centro do Brasil, pelo modal de transporte com a Ferrovia Norte-Sul, o aeroporto e sua capacidade de ampliação para transporte de cargas, e a recuperação e duplicação de rodovias, como um polo de distribuição para o Brasil e toda a América Latina. Isso é factível. Será mais ainda, quando também viabilizarmos junto ao governo federal a hidrovia no Rio Tocantins.

O que o funcionalismo público pode esperar de um possível governo Marcelo Miranda?

O funcionalismo público pode esperar um governador que vai o tempo todo se sentir na cadeira de chefe do Poder Executivo como mais um servidor público. Um servidor público ciente de que foi eleito, que tem tempo para permanecer naquele posto, mas que estará ciente de que a máquina administrativa precisa funcionar, e bem. E precisa funcionar bem, não só porque o contribuinte, o usuário do serviço público, assim quer. Mas porque o servidor também se sente angustiado quando não tem as condições de trabalho adequadas para prestar um bom serviço. Os direitos conquistados serão todos respeitados; vamos recuperar o atendimento médico, hospitalar e laboratorial que foi destruído nesse governo que aí está, mas vamos também ter de discutir, de forma honesta e urgente, como prestar um serviço de excelência ao nosso povo.

Quais as principais políticas de segurança pública que vai adotar?

A base do nosso raciocínio na segurança pública é a tolerância zero. Precisamos punir dos pequenos delitos aos grandes. Bandido não pode se sentir à vontade em nosso Estado. E para isso, é preciso integrar as policias, realizar operações que envolvam a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal as guardas metropolitanas, onde elas existem. O complexo de segurança tem de conversar entre eles, sem desrespeitar a autonomia e as características e prerrogativas de cada uma das policias. Até por isso, eu tenho dito que no nosso governo queremos imediatamente retomar o Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública que mantínhamos para reuniões e operações conjuntas entre a Polícia Miliar, a Polícia Civil, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Guarda Metropolitana, o Ministério Público e o Poder Judiciário. Foi uma experiência positiva que vamos retomar. E, de imediato, vou implantar o sistema de monitoramento de câmeras nas três maiores cidades do Estado, como projeto piloto, para futuramente ser ampliado. E pode escrever aí: vamos ter uma polícia mais perto das pessoas.

Se eleito, vai manter uma relação republicana com os prefeitos de oposição?

Não tenha dúvida disso. Sou um defensor e pratico um governo municipalista. Todos sabem que uma marca que o governador Marcelo deixou foi o de ser um governo humano moderno e democrático. E isso não mudou um só milímetro.Terminada a eleição, se eleito for, e uma vez empossado, serei governador do Estado do Tocantins. E governador não de 30, 40 ou 50 prefeitos ou da parcela da população. Serei governador de todos, aí incluindo os 139 prefeitos.

Qual o principal motivo de o Tocantins está se unindo em peso para bancá-lo para governador?

Creio que existe um sentimento de mudança muito forte na cabeça das pessoas. E essa eleição tem um componente plebiscitário. A todo momento vejo as pessoas comparando entre o que elas tinham e podiam contar no meu governo e o que veio depois. E a avaliação do que veio depois, em especial nesses últimos três anos e oito meses, não tem sido das melhores. Essa comparação acho que estará presente até o dia da eleição, e o povo será sábio pra fazer o julgamento se quer que o Estado continue nesse estado de desgoverno que está aí ou se prefere um gestor experiente e capaz de fazer um governo humano e mais perto das pessoas.

Qual é a capacidade de endividamento do Estado? Onde o senhor vai conseguir recursos para fazer os investimentos nas mais diversas áreas, principalmente em logística?

Já governei o Estado e conseguimos colocá-lo como uma referência no centro-norte do país em diversas áreas. O Tocantins é um Estado importante para a logística do País, e pode ser desenvolvido para ser um polo energético, por exemplo, ajudando na expansão da economia brasileira. Estamos no coração do Brasil e só isto já garante que investidores e financiadores de grandes projetos tenham interesse de aportar recursos no nosso Estado. Mas é preciso ter iniciativa política. É preciso arregaçar as mangas e ir buscar esses investimentos, eles não caem do céu. Além, disso quero destacar que o governo federal sempre foi um grande parceiro nos nossos projetos, e tenho certeza que vai continuar sendo. Temos o PT ao nosso lado, temos a senadora Kátia que tem livre trânsito em Brasília, e o meu partido, o PMDB, tem prestígio e confiança para nos ajudar a viabilizar novos projetos.

Uma ampla reforma política pode amadurecer a democracia? Quais os pontos mais importantes que devem ser contemplados, segundo seu entendimento?

A reforma política é um debate privativo, pelo menos no âmbito da tomada de decisão, do Congresso Nacional. Precisa ser feito? Precisa ser feito. Mas esse é um momento de se deter no embate eleitoral do Tocantins e do Brasil. Temos de garantir a continuidade das nossas conquistas, de um lado, e, de outro, retirar da frente tudo o que nos impede de avançar mais. Temos muitas reformas para fazer no campo social, na saúde, na educação, na segurança pública, na infraestrutura, e são esses os temas que mais nos preocupa nesse momento para garantir um futuro melhor às pessoas. No momento certo, vamos nos deter com nossa bancada federal no tema da reforma política.

O senhor acredita que a eleição seja definida já no primeiro turno?

Meu pai, Brito Miranda, que já presidiu a Assembleia Legislativa de Goiás e ocupou importantes cargos no Poder Executivo, do alto de sua sabedoria de homem experimentado da política, gosta de repetir que “política é como mineração, só depois da apuração”. Eu penso assim, e trabalho dia após dia para conquistar mais votos, independente se a pesquisa aponta uma vantagem a meu favor. Pesquisa não ganha eleição. Então, prefiro trabalhar duro e orientar os militantes e apoiadores a fazerem o mesmo. Mas, pelo trabalho que temos feito, e pela aceitação que percebemos, por onde passamos, estou convencido que a possibilidade de fecharmos no primeiro turno é visível e clara.

O senhor vai precisar de maioria na Assembleia Legislativa para lhe garantir governabilidade. A pouco menos de um mês para o pleito, o senhor vai fazer apelo ao eleitor para garantir essa maioria no Legislativo? Acredita que a coligação deve eleger quantos parlamentares das 24 cadeiras?

O que preciso agora é ter a maioria dos votos. E é nisso que estou concentrado no momento. Estou confiante que nossa coligação fará a maioria da bancada da Assembleia Legislativa, assim como sei que não terei dificuldade de dialogar com nenhum dos deputados que vierem a ser eleitos. Vou governar com respeito ao Poder Legislativo e sei que, em tudo aquilo que for pelo bem do Estado, serei merecedor do apoio dos parlamentares, independente da cor partidária.

Qual avaliação que faz do governo estadual?

Primeiro, de uma vez por todas, é preciso que o atual governador pare de tentar fazer o povo acreditar que ele não representa a continuidade do governo Siqueira Campos. Ele foi secretário de Siqueira Campos, admitiu publicamente que tinha indicado quatro outros auxiliares do primeiro escalão, presidiu a Assembleia Legislativa e votou sempre liderando a bancada governista. Por fim, participou de uma manobra que o conduziu ao mandato como governador para um mandato tampão. E a minha avaliação é a mesma da maioria da população do Tocantins: um desgoverno como nunca se viu antes no Estado. Em algumas áreas, chega-se ao estado de caos, como a saúde pública. Em outros, poderíamos chamar, no mínimo, de alarmante, como a segurança pública. Então, acho que essa avaliação vai se refletir no resultado eleitoral.

Para finalizar, pediria para o senhor fazer uma análise de todo esse processo que os seus adversários moveram para tentar torná-lo inelegível.


Já sofri demais com as perseguições. Mas meu sofrimento maior foi ver que mais do que me prejudicarem, eles perseguiram mesmo foi nossa gente. Perseguiram conquistas importantes do servidor, como no caso do PlanSaúde. Perseguiram conquistas no campo social, praticamente desmontando o Pioneiros Mirins, que era um programa que nem era originalmente da minha administração, mas que eu havia revitalizado, demonstrando não me importar com quem criou ou deixou de criar. Perseguiram conquistas na área da saúde, como no caso do HGP [Hospital Geral de Palmas], que no meu tempo era visto como um hospital referência para a região centro-norte do País, e hoje está sucateado e virou motivo de denúncias quase que diárias da imprensa. Então, para todo esse povo que se viu perseguido, como eu, quero dizer que estou voltando. Sou elegível, estou preparado, e com muita disposição para realizar as mudanças que o Tocantins tanto precisa. Quem não quiser trabalhar que saia da frente.

Marcelo Miranda destaca propostas para habitação e recebe apoio em Arraias



Depois de visitar Taipas e Conceição do Tocantins, o candidato ao governo do Estado pela coligação “A experiência faz a mudança”, Marcelo Miranda (PMDB),  foi recebido por uma multidão de populares e lideranças políticas em Arraias, neste sábado, 6. 

A caravana seg​uiu​ em passeata pelo centro da cidade e passou pela feira, aonde Marcelo Miranda cumprimentou feirantes e clientes. No ponto alto de Arraias, o encontro com a população foi para conversa costumeira que Marcelo Miranda faz nos municípios e distritos por onde tem andado. "Quero voltar a ser governador para resgatar a autoestima da nossa população tão desiludida e abandonada pelo poder público", disse.

Habitação

Segundo assessoria de imprensa, uma das grandes reclamações da comunidade, sobretudo das mulheres, é o retorno do programa habitacional. "Só com Marcelo tivemos casas populares. Depois que ele saiu, nada mais foi feito. Por isso queremos que ele volte para que as famílias carentes tenham teto para morar", reclamou a lavradora Elizabeth Silva, de 51 anos.

Ao lembrar da construção de 40 mil casas populares nos sete anos de governo, Marcelo Miranda assegurou: "Vamos fazer uma grande parceria com a presidente Dilma e com os municípios para, através do Programa Minha Casa Minha Vida, possamos recuperar o tempo perdido".

Agenda

No domingo, o candidato Marcelo Miranda participou ao longo dia de reunião interna de campanha e com equipe de marketing e, à noite, participou da sabatina da Igreja SIBAPA em Palmas. Nesta segunda-feira, 8, o candidato participa, às 9h, de missa da padroeira do Estado em Natividade e, às 15h, cumpre agenda interna com gravação de programa eleitoral.


(Informações da Ascom)

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

CONVITE


O candidato a Deputado Estadual, José Salomão (PT), convida todos para participarem de uma grande reunião política que acontecerá hoje, sexta-feira (05), a partir das 19:00 horas na rua JOSÉ HONÓRIO CARDOSO EM FRENTE O BAR DO JOÃO NERVOSO - SETOR BELA VISTA .


Estão confirmadas as presenças de várias lideranças políticas e representantes dos deputados federais da coligação "A EXPERIÊNCIA FAZ A MUDANÇA", da senadora Kátia Abreu e do nosso próximo governador Marcelo Miranda. Venham nos prestigiar!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Sua Majestade o Eleitor!


Por Raimundo Rodrigues Bezerra

Dirijo-me a você, caro eleitor, com todo respeito, para relembrá-lo e enfatizar a importância do seu voto. Se bem utilizado, o título de majestade não será exagero. Ao contrário, o voto livre, consciente, valoriza em muito o votante, você eleitor. O poder de escolha é absolutamente seu. Faça-o com critério e discernimento, procurando identificar os mais preparados para o exercício do cargo e verdadeiramente comprometidos com a sua comunidade.

Nesta hora, buscando aperfeiçoar uma escolha acertada, nunca é demais atentar para observações emanadas da justiça eleitoral, as quais instruem que a principal medida a ser adotada pelo eleitor é ter consciência na escolha do candidato para representá-lo. Que essa escolha não seja fruto de troca de favores, recebimento de doações, preito de gratidão, mais sim, em função do histórico do candidato.

Outros critérios que devem ser adotados é conhecer a campanha do candidato. Saber quem financia, porque isso demonstra para quem ele vai trabalhar depois de eleito; verificar o cumprimento de compromissos assumidos por esse candidato em eleições passadas e como estão sendo honrados ; deve-se também ficar atento, pois muitos candidatos apresentam propostas que não condizem com as práticas de vida dessas pessoas. Alguns se identificam com um determinado segmento, mas quando chega à campanha, precisando de apoio de uma determinada classe, então, ele fala para essa classe mais na verdade ele tem compromisso mesmo é com sua classe e sua cidade de origem.

É sabido que a democracia em sua prática vai expelindo os micróbios que a atacam. Ela tem anticorpos, glóbulos vermelhos que vão limpando seu organismo contra os inimigos autocráticos. Porém, não basta declaração de amor, a capela, “ eu ti amo meu Brasil “, urge que o eleitor faça bem a sua parte. E, que essa escolha recaia em homem e/ou mulher, do bem, idealista na vida pública, como forma de expurgar do processo eleitoral pessoas dadas a qualquer forma de facciosidade, corrupção e fraude.

O momento é agora para se resgatar a ética na política; de repensar a relação do eleitor e o candidato; de desvincular a eleição dos investimentos de campanha; de censurar atitudes que podem levar ao poder mas não a gloria; haja vista que não se pode mais esconder a desilusão e o desestímulo que se abateu sobre o povo brasileiro. De volta ao título, se utilizado conscientemente, além de valorar, seu voto estará ajudando transformar a sociedade da qual é parte indivisível.


Raimundo Rodrigues Bezerra é aposentado, residente em Dianópolis-To.bezerradico@hotmail.com

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Hospital Regional de Dianópolis tem apenas 2 anestesiologistas para 15 municípios


A Defensoria Pública em Dianópolis, por intermédio do Núcleo de Ações Coletivas (NAC), quer que a Justiça obrigue o Estado do Tocantins a disponibilizar no mínimo mais dois médicos anestesiologistas para o Hospital Regional do município (HRD). Para isso, o órgão ingressou com uma Ação Civil Pública, na qual afirma que a situação "revela-se preocupante".

Sesau não apresentou nenhuma alternativa Conforme a Defensoria, atualmente, o atendimento dos anestesiologistas está sendo feito em apenas dois dias da semana, causando transtornos aos usuários Sistema Único de Saúde (SUS), da região sudeste do Tocantins. O órgão afirmou que o HRD atende 92 mil pessoas, dos 15 municípios do sudeste e, por isso, o número de anestesiologista é insuficiente para o atendimento das pessoas. Essa situação, defendem os defensores, vai contra aos princípios constitucionais da eficiência, acessibilidade aos serviços de saúde e continuidade do serviço público.

Conforme a Defensoria, no dia 31 de julho, foi encaminhado ao secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio Ferreira, um ofício requisitando informações sobre os fatos e providências adotadas para a resolução do problema. Em resposta ao documento, Ferreira confirmou que o número de médicos anestesiologistas não é suficiente para prestar atendimento à população e admitiu ainda que no HRD existem apenas dois médicos que atuam na área.

A Defensoria disse que, apesar da Secretaria Estadual da Saúde (Sesau) ter mencionado que resolveria o problema, "nenhuma alternativa foi apresentada e nenhum prazo razoável foi estabelecido, não restando alternativa, a não ser o ingresso de medida judicial".

Caso o Poder Judiciário conceda a liminar e o Estado venha descumpri-la, a Defensoria solicitou que seja determinado o bloqueio/sequestro de verbas públicas no montante necessário à contratação de médicos anestesiologistas, de acordo com a demanda que o Hospital necessita. O órgão ainda pediu que, no caso de descumprimento, sejam bloqueadas as rubricas orçamentárias previstas no orçamento estadual de 2014 para despesas com eventos festivos, coquetéis, recepções, buffet e publicidade, "por cuidarem-se de despesas não essenciais à consecução do interesse público"


Ascom MPE