segunda-feira, 16 de abril de 2012

Presidente Osvaldo Baratins participou do Projeto Agenda Cidadã em Porto Nacional


A programação do projeto Agenda Cidadã, evento do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, realizada no dia 12 de abril último no Centro Cultural Durval Godinho em Porto Nacional – TO, contou com a presença de representantes de Dianópolis, através do presidente da Câmara Municipal, vereador Osvaldo Baratins, que na ocasião fez-se acompanhar do chefe de gabinete Carlos Silva.

Aproximadamente 600 gestores, funcionários públicos, estudantes e membros de outros setores organizados da sociedade já participaram dos encontros do Projeto Agenda Cidadã – Inclusão Digital com Responsabilidade Social em 2012. O município de Porto Nacional, foi o terceiro polo a receber a equipe do Tribunal de Contas do Estado para a realização do projeto.

Palestras

Controle Social, Programa de Formação de Agentes Públicos, Principais Irregularidades Verificadas pelo Controle Externo e a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas foram os temas das palestras ministradas durante o evento. “Nosso objetivo é estimular a sociedade, aprimorar os instrumentos de controle social e despertar no funcionalismo público a atuação transparente em relação às contas públicas”, destacou o auditor substituto de conselheiro e coordenador do Corpo Especial de Auditores do TCE, Márcio Aluízio Moreira Gomes.

Impressões

Autoridades em declarações à imprensa, louvaram a iniciativa do Tribunal de Contas, e assim, o presidente Osvaldo Baratins professou a importância do Projeto Agenda Cidadã, afirmando tratar-se de uma promoção oportuna pelas informações valiosas contidas nas palestras, de indiscutível utilidade para gestores e assessores, evidenciando modernos instrumentos para o desempenho da administração pública.

Presenças

Também marcaram presença, A Banda da Guarda Municipal Mestre Adelino, vereador Tercino Cardozo (Porto Nacional),. auditor Márcio Aluízio Moreira Gomes, promotora de justiça Márcia Stefanelo, titular da Sétima Promotoria, a representante do Sebrae Celina Soares e os prefeitos de Natividade, Joaquim Rodrigues Ferreira e de Porto Alegre do Tocantins, Edvam Pereira Nepomuceno.

Ascom / CMD
Com informações do TCE

sábado, 14 de abril de 2012

Procuradoria requer inelegibilidade de Gaguim, Marcelo Miranda e Raimundo Palito por abuso de poder econômico

Em alegações finais apresentadas ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/TO) requer a condenação dos candidatos aos cargos de governador do estado, Carlos Henrique Amorim, de senador, Marcelo Miranda, e de deputado estadual Raimundo Wilson Ulisses Sampaio, além do então secretário estadual de Saúde, Francisco Melquiades Neto, e do diretor da empresa Litucera Limpeza e Engenharia Ltda, Edson Gabriel da Silva.

Todos são acusados de abuso de poder econômico na campanha para as eleições de 2010, em ação de investigação judicial eleitoral proposta pela PRE/TO. É requerida que seja imposta sanção de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes à eleição de 2010, além da cassação do registro ou diploma dos candidatos beneficiados, nos termos do inciso XIV do artigo 22 da LC 64/90.

Conforme o documento, os acusados convocaram aproximadamente 1.200 empregados da empresa Litucera para reuniões políticas, durante as quais foi veiculada propaganda negativa contra o candidato a governador José Wilson Siqueira Campos e enaltecida a candidatura dos três acusados. Os empregados da empresa teriam sido moralmente coagidos a votar e promover essas candidaturas, sob a ameaça de perderem seus empregos caso eles não fossem eleitos. As reuniões ocorreram nos dias 23 e 24 de agosto de 2010, em local de eventos de Palmas, tendo sido fornecido transporte e alimentação para os trabalhadores que se deslocaram de municípios do interior para a capital.

Embora tenham sido convocados a pretexto de participar de treinamento, os trabalhadores se depararam com um evento político. Houve a veiculação de um vídeo com imagens do candidato eleito Siqueira Campos, acompanhado de mensagens pejorativas em relação a ele. Edson incitou os empregados a votar nos candidatos Carlos Gaguim, Raimundo Palito e Marcelo Miranda, que chegaram de forma apoteótica durante o discurso, acompanhados do secretário de Saúde Francisco Melquíades Neto. Todos passaram a discursar aos empregados, coagindo-os a votar e buscar outros votos para os candidatos do grupo político do governador Gaguim, sob a ameaça de que, caso não fossem eleitos, a Litucera perderia seus contratos e os empregados seriam todos demitidos.

Trechos dos discursos apresentados ao TRE/TO tornam evidente, segundo a Procuradoria, a coação moral a que foram submetidos os empregados da Litucera, além de depoimentos de testemunhas que comprovam as acusações. A PRE/TO ressalta que as condutas dos acusados são de ampla gravidade, sendo evidente a prática do ilícito eleitoral e o desequilíbrio do pleito

quinta-feira, 12 de abril de 2012

ARTIGO: LICITAÇÕES E EMPREITEIRAS


Por José Salomão Jacobina Aires*

Continua em vigor a famigerada Lei de Licitações - Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, que "Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências". Como se vê, são decorridos dezenove anos de um texto legal ultrapassado, retrógrado e eivado de vícios insanáveis. A tal norma é uma verdadeira peneira, cheia de brechas por todos os lados, que, indubitavelmente, dão motivo e estimulam falcatruas e malfeitos.

Em recente publicação de uma revista de circulação nacional - Época de 30-01-2012, edição nº 715 - o tema de capa foi intitulado a "Anatomia da Corrupção", destacando os sete esquemas que os corruptos usam para meter a mão no nosso dinheiro. Num deles, o roubo clássico é o desvio de dinheiro de obras públicas, com fraudes em licitações e superfaturamento de preços.

O esquema é bastante conhecido e funciona com a conivência de agentes públicos. Empresas se unem e fraudam licitações para escolher quem vai executar uma determinada obra. A firma escollhida para vencer apresenta projeto básico barato para garantir vitória na licitação. Com o contrato garantido, ela começa a pedir aditivos. Agentes públicos envolvidos ajudam a inchar o valor da obra e o governo paga mais caro ou então por serviços não executados. E, finalmente, a fatura é dividida entre políticos e empresários.

E nessa engrenagem aparecem as tais emendas parlamentares, uma verdadeira excrescência, pois como diz a Época "é o caso da dilapidação em dose dupla. Primeiro, pelo desvio de dinheiro público; segundo, pelo desvirtuamento do princípio da atividade parlamentar". Como é sabido, a responsabilidade institucional do Poder Legislativo não é gastar, mas fiscalizar o governo e aprovar o Orçamento. Portanto, emenda parlamentar é uma distorção completa da função do legislador.

Nesse contexto, entendemos que a Lei 8.666, de 1993, está, repetimos, ultrapassada e na contra-mão da história, entre outras coisas, estabelecendo valores e limites defasados e recheada de regras aparentemente rígidas, éticas e morais. Tudo hipocrisia, principalmente no que tange ao que foi antes comentado e também pelo jogo de faz-de-contas quanto a direcionamento e fracionamento de recursos licitados. Ora, é do conhecimento de todos que valores de obras são fixados por índices oficiais e os projetos são previamente analisados e aprovados pela burocracia. E aí vem o questionamento pela contradição entre estimular e priorizar o empresariado local com a obrigatoriedade de licitação pública, quando qualquer aventureiro minimamente documentado e de qualquer lugar do país pode concorrer, ludibriando e fraudando a legislação. Os resultados estão aí, com golpes e falcatruas da máfia das empreiteiras sendo aplicados em todos os recantos desse Brasil.

Portanto, urge uma tomada de posição por parte do governo e do parlamento na revisão e atualização da Lei 8.666, corrigindo falhas e distorções e criando mecanismos e limites, inclusive com vistas a estimular e priorizar o empresariado local, de modo que sejam barrados e impedidos procedimentos nefastos e prejudiciais aos cofres públicos, os quais vem sendo praticados aqui e alhures, muitas vezes impunemente, pela máfia das empreiteiras.

*JOSÉ SALOMÃO JACOBINA AIRES é Advogado e Prefeito de Dianópolis-TO

Líder do governo anuncia retomada de obras em vias públicas, paralisadas por empreiteiras


Vereador Ferdnando de Carvalho, líder do prefeito na Câmara Legislativa

Autor: Trajano Coelho Neto II - Site Ecos do Tocantins

A Câmara Legislativa de Dianópolis, realizou nesta quarta-feira, 11 de abril, a terceira sessão ordinária do período, onde foram apreciados, requerimento 11/12 de autoria do vereador Guilherme Quidute, solicitando da administração municipal a pintura de faixas de pedestres em vias urbanas, Projetos de Lei do Poder Executivo e de alguns, os respectivos pareceres.

Entre os pronunciamentos verificados, evidencia-se a fala do líder do prefeito, vereador Ferdnando de Carvalho, que informou a retomada de serviços de pavimentação em ruas do Setor Nova Cidade, até então paralisados por ato da empreiteira responsável. “ As máquinas devem chegar até o sábado próximo e as obras em questão serão reiniciadas até a próxima segunda-feira”, assegurou o líder.

Ferdnando conclamou os colegas a movimentarem-se na busca do auxílio do Dertins para a manutenção de estradas rurais e logradouros urbanos. “Enquanto o pátio está cheio de máquinas novas estacionadas, a população sofre com a ausência de serviços que poderiam normalizar a malha viária do município, financeiramente impedido de empreender os trabalhos necessários” .

Discussão iniciada pelo edil Hagaús Netto, evidenciou a necessidade da indicação adequada de cursos técnicos à serem ministrados pelo Instituto Federal de Educação, respeitando-se as vocações produtivas do município.

Ao assumir a tribuna, o presidente Osvaldo Baratins louvou a Deus por suas vitórias, em especial, o retorno por via judicial à presidência do Diretório do PMDB. Comunicou ao plenário sua ausência na sessão próxima, por comparecer a uma reunião do Tribunal de Contas do Estado, marcada para a cidade de Porto Nacional.

O vice-presidente Guilherme Quidute, foi convocado para assumir a presidência da casa de leis, na sessão ordinária de Quinta-feira, 12 de abril.

Para relembrar: Prefeito de Rio da Conceição (TO) é denunciado por apropriação de verbas públicas


Dinheiro foi repassado pela Funasa, mas obra permanece inacabada

Após investigação do MPF e da Polícia Federal que apurava irregularidades em convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o prefeito de Rio da Conceição (TO), Adimar da Silva Ramos e o empresário Olívio Francisco dos Santos foram denunciados por apropriação de verbas públicas. O convênio foi firmado em 2006 e previa o pagamento de R$ 262.714,40 à empresa contratada para implantar sistema de abastecimento de água no povoado Catingueiro. A vencedora da licitação foi a Construtora Colinas, do empresário denunciado.

Segundo a Funasa, a prefeitura apresentou as contas referentes à primeira parcela do repasse, no entanto, Adimar da Silva foi orientado a agilizar a execução da obra e a reapresentar a prestação de contas, pois apenas 8,5% da obra havia sido executada. Além disso, não foram apresentados documentos essenciais que comprovassem a execução do projeto.

Com o término do prazo do convênio, em novembro de 2010, a Funasa solicitou que o prefeito prestasse contas em até 30 dias ou devolvesse os recursos, o que não aconteceu. Adimar da Silva Ramos chegou a admitir as irregularidades e declarou que o dinheiro foi transferido à Construtora antes do término da obra. No entanto, o dono da empresa alega que, até novembro de 2011, a obra não havia sido concluída por falta de repasses da prefeitura.

Para o MPF, as verbas do convênio foram usadas de maneira ilícita. “A obra encontra-se inacabada e inoperante, tendo sido o dinheiro público aplicado com finalidade diversa, já que o dinheiro repassado pela Funasa não teve a destinação final devida”, ressaltou o procurador regional da República Paulo Roberto de Alencar Araripe Furtado.

O representante do Ministério Público Federal pediu, na denúncia, que os dois acusados respondam por crime de responsabilidade por apropriação de verbas públicas, a inabilitação pelo prazo de cinco anos para o exercício de cargo ou função pública e a perda do cargo público de prefeito para Adimar da Silva.

Fonte: MPF/TO

Prefeito renuncia em clima de festa e assume cargo no governo municipal

Trajano Coelho Neto II – Ecos do Tocantins

O município de Rio da Conceição – TO, assistiu na noite de 10 de abril último um fato inusitado na crônica política brasileira. O então prefeito Adimar da Silva Ramos, agropecuarista natural de Angical – BA, de onde “importou” grande parte de seus auxiliares e prestadores de serviços, renunciou ao mandato através de uma carta endereçada ao presidente da Câmara Legislativa, vereador Josemilson Pereira de Macedo.

O ambiente de festa instalado no salão do Balneário local, lotado em todas as suas dependências, estendeu-se à posse do vice-prefeito Astrogildo de França Filho, cujo o primeiro ato de gestor realizado ao final da solenidade, foi a nomeação do ex-prefeito Adimar Ramos para ocupar a Secretaria de Administração do município.

A renúncia

Adimar da Silva Ramos, após os cumprimentos e agradecimentos de praxe, teceu elogios ao prefeito que assumiria o cargo, falando de seu temperamento, responsabilidade, confiança e do funcionário municipal exemplar que foi, afirmando que o jovem político “não decepcionaria o povo” .

Em momento esperado por todos, falou das razões de sua renúncia “irretratável e irrevogável” após 7 anos e quatro meses no poder, declinando que “estava deixando o cargo por livre e espontânea vontade, por razões particulares e que nada o forçou a tomar a decisão, que representava uma oportunidade para o então vice-prefeito Astrogildo de França Filho” .

Pediu desculpas pelo que não pode realizar e teceu um relato de sua administração, informando em seguida que estava deixando saldos em conta corrente da ordem de R$ 314.881, 37 referentes a convênios. Foi demoradamente aplaudido ao despedir-se e agradecer a todos os presentes.

Posse

Após a leitura da Carta de Renúncia, o presidente da Câmara Municipal Josenilson Macedo, declarou a vacância do cargo e convocou o vice-prefeito Astró Filho para o juramento, após o qual foi declarado empossado como primeiro mandatário do município.

A palavra foi franqueada aos vereadores, tempo após o qual o prefeito empossado empunhou o microfone e proferiu sua mensagem, iniciando com a declaração de que “ estava honrado, orgulhoso e feliz “... elegendo a transparência e o uso da tecnologia como diretriz fundamental de seu governo. “Sou político, filho da terra, digo não às concessões que venham prejudicar a comunidade”, disse Astró Filho, que depois de agradecer ao ex-prefeito Adimar pela confiança e amizade, convocou: “ Vamos ao Trabalho “.

Realidade diversa

A visão crítica da incomum e festiva ocasião, na qual renúncia e posse confundiram-se em uma “providencial armação política”, que obviamente tem como objetivo publicamente não declarado, livrar o ex-prefeito das conseqüências originadas de denúncias do Ministério Público e dos processos judiciais por improbidade administrativa, deve prevalecer como salvaguarda e verdade, impedindo assim que supostos crimes contra o erário, não caiam na impunidade. O autor ou autores, devem ser responsabilizados na forma da Lei.

Em tempo, a renúncia de um administrador público acusado formalmente de corrupção, não impede a continuidade dos processos judiciais em tramitação.

Mais de 60 prefeitos tocantinenses respondem a algum tipo de processo: em dois anos, 17 gestores foram afastados

De acordo com informações do MPE, são mais de 140 Ações Civis e Penais postuladas contra prefeitos tocantinenses. Somente em 2011, doze gestores foram afastados dos cargos e oito continuam fora da administração. As denúncias vão desde improbidade administrativa até participação em quadrilhas e esquemas de fraude.

Segundo informações do Ministério Público Estadual (MPE), 61 prefeitos tocantinenses respondem a algum tipo de processo sendo que mais de 140 Ações Civis Públicas e Ações Penais foram postuladas contra prefeitos no Estado. Atualmente, 18 gestores estão sob a investigação do MPE, inclusive o prefeito da Capital, Raul Filho (PT).

Ainda segundo as informações, um total de 17 prefeitos foram afastados de seus cargos, sendo que 12 dos afastamentos ocorreram em 2011. Segundo as informações do MPE, oito prefeitos continuam afastados entre eles, Antonio Maria de Castro, de Lavandeira e Dional Vieira de Sena, de Aurora do Tocantins. Ambos foram afastados em maio de 2011, após denuncia de suposta participação em esquema fraudulento para dissipar o patrimônio público através de um convênio entre as prefeituras e o Banco Matone.

No caso do prefeito de Aurora, por exemplo, o processo que envolve a ação criminal está no Tribunal de Justiça com o desembargador Luiz Gadotti, que é o relator, e assim que o magistrado terminar sua análise o processo vai poder entrar em pauta de votação. O prefeito continua afastado aguardando o julgamento.

Vale lembrar que foi o próprio desembargador Gadotti que determinou o afastamento imediato do prefeito por suposta prática de improbidade administrativa. Em relação ao pedido de prisão preventiva, também foi solicitado pelo MPE na época,o desembargador negou, pois não considerou a denúncia grave o suficiente para autorizá-la.

Prefeitos presos e liberados

Os prefeitos de Piraquê e de Carmolândia, Olavo Julio Macedo e João Holanda Leite, respectivamente, estiveram presos. Macedo foi solto em março deste ano após os ministros do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), terem acolhido o pedido de Habeas Corpus feito pelo seu advogado.

Com a decisão, Macedo foi reconduzido ao cargo de prefeito, mas continua respondendo pelas Ações Civis públicas, onde é denunciado, entre outras coisas, por convênios sem licitação, falsificação de documentos, desvio de recursos públicos e coação de servidores concursados. Macedo responde ainda por duas Ações Penais onde é acusado de formação de quadrilha, desvio de verba pública e fraude em licitações.

Já o prefeito de Carmolândia João Holanda Leite, foi solto em agosto após ficar 30 dias preso, mas não foi reconduzido ao cargo. Ele permanece aguardando o julgamento do processo. João Holanda responde por improbidade administrativa, sendo três Ações Civis públicas por fraude em licitações e responde por uma Ação Penal acusado de dispensa ilegal de licitação, falsificação e uso de documentos, além de ser acusado de ter comprado 20 cabeças de gado com verba pública.

Como consta no site do MPE, o prefeito de Sítio Novo, Antonio Araújo, que foi afastado em 2010 por susposto envolvimento em esquema fraudulento através de convênio entre a prefeitura e o Banco Matone, teve o mandato cassado no mesmo ano, mas, segundo o MPE, o gestor pode recorrer da decisão e voltar ao cargo.

Municípios com prefeitos denunciados

Aguiarnópolis

Almas

Ananás

Angico

Aparecida do Rio Negro

Aragominas

Araguacema

Araguaína

Araguanã

Araguatins

Aurora do Tocantins

Barra do Ouro

Barrolândia

Bernardo Sayão

Brasilândia

Cachoeirinha

Campos Lindos

Carmolândia

Cristalândia

Crixás do Tocantins

Darcinópolis

Dois Irmãos

Figueirópolis

Formoso do Araguaia

Fortaleza do Tabocão

Goianorte

Guaraí

Gurupi

Itacajá

Itaporã do Tocantins

Lavandeira

Lizarda

Luzinópolis

Maurilândia

Miranorte

Monte do Carmo

Nazaré

Nova Olinda

Palmeiras do Tocantins

Palmeirópolis

Piraquê

Pium

Ponte Alta do Bom Jesus

Ponte Alta do Tocantins

Praia Norte

Riachinho

Rio da Conceição

Rio dos Bois

Rio Sono

Sandolândia

Santa Fé do Araguaia

Santa Rita

São Félix do Tocantins

São Salvador

São Valério da Natividade

Sítio Novo

Tocantínia

Xambioá


Municípios com prefeitos sob investigação

Abreulândia

Arapoema

Carrasco Bonito

Caseara

Conceição do Tocantins

Divinópolis

Goiatins

Lagoa da Confusão

Marianópolis

Mateiros

Miracema

Monte Santo

Palmas

Paraíso

Paranã

Peixe

Pugmil

Santa Maria

Fonte: Portal RT

quarta-feira, 11 de abril de 2012

MANIFESTO PELA VOLTA DA SEJUV


Leia o Manifesto da Juventude Petista do Tocantins que pede o retorno da Secretaria Estadual de Juventude e Esporte!

MANIFESTO PELA VOLTA DA SEJUV


A Juventude do Partido dos Trabalhadores lamenta profundamente a decisão publicada no DOTO (Diário Oficial do Estado do Tocantins), no Art 9º do dia 28 de março, a qual extingue um importante instrumento de construção e fomento de políticas públicas para a juventude: a Secretaria Estadual de Juventude do Estado do Tocantins, que a partir desta data deixa de ser Secretaria Estadual de Juventude e Esporte e passa a ser Secretaria Estadual do Esporte.

A juventude sempre foi protagonista dos principais movimentos de mudança na política de nosso país. A juventude mobilizada participou do movimento dos Caras Pintadas que contribui para derrubar o governo do presidente Collor, conquistou o direito do Passe Livre Estudantil e recentemente a aprovação do Estatuto da Juventude. No estado do Tocantins a juventude vem se mobilizando desde a criação do estado e uma de suas principais conquistas foi a luta pela criação da Universidade Federal do Tocantins.

A Juventude Tocantinense caracteriza-se como um segmento da população marcado pela desigualdade social, afetada pela violência, pelas drogas (principalmente o craque); mais atingida pelo desemprego, pela falta de qualificação profissional, transporte público e moradia.

Assim, reiteramos que a juventude é o segmento da população que mais carece de políticas públicas e a extinção da pasta pelo governo estadual foi uma grande decepção para a população tocantinense. O orçamento da pasta não traz impacto acentuado para os cofres do governo o que dessa maneira não justifica o seu fim. A retirada da juventude como tema prioritário da ação do estado tem conseqüências negativas para o enfrentamento dos problemas vivenciados pela nossa juventude de sul a norte desse estado.

A juventude do Partido dos Trabalhadores tem atuado incansavelmente pela criação de organismos de juventude em todos os municípios tocantinenses. É importante ressaltar que a Juventude Petista foi contrária a decisão do prefeito de Palmas, quando ele extinguiu a Secretaria Municipal de Juventude, substituindo-a por uma simples coordenadoria de juventude. A extinção da Secretaria causou retrocesso, limitando as políticas públicas para a juventude e reduzindo a atuação do conselho municipal de juventude.

Todo o processo de reconstrução do Conselho Estadual de Juventude fica prejudicado com esta medida. É relevante ressaltar que a Secretaria Estadual da Juventude realizou uma grande conferência que foi um exemplo de mobilização e organização para todo o Brasil. O Tocantins foi um dos estados que proporcionalmente mais mobilizou municípios para a realização desse evento. "Dos 139 municípios tocantinenses, 72 realizaram a Conferência". O número equivale a 51% dos municípios do Estado.

A decisão de extinguir o órgão diluindo em uma diretoria para agregar as questões da juventude caminha na contramão do Governo Federal, que criou a Secretaria Nacional da Juventude - um marco para história do país – com o objetivo de fomentar as políticas juvenis em todo o país, dando ao jovem a oportunidade de discutir suas políticas através das conferências.

Para que isso aconteça é preciso, dentre outras medidas, ter uma Secretaria de Juventude forte, atuante, com estrutura e autonomia para dialogar e construir políticas públicas para a juventude, sendo um espaço de referência nacional na elaboração de políticas. Porém, o que presenciamos é nada mais que um retrocesso para a juventude deste estado.

Por esta razão, a Juventude do Partido dos Trabalhadores é contra esta medida e pede sensibilidade ao Governador para que revogue esta decisão. Colocamo-nos à disposição para dialogar com o governo e a sociedade civil em geral, com o intuito de formular e propor diretrizes voltadas para as políticas públicas de juventude, debatendo juntos e procurando soluções para os desafios enfrentados pelos jovens.

Juventude Petista do Tocantins

DILMA FEZ PRIMEIRA VISITA OFICIAL AOS ESTADOS UNIDOS


Em dois dias, a presidenta Dilma Rousseff teve uma agenda extensa de atividades nos Estados Unidos, durante sua primeira visita oficial ao país. Em Washington, ela se reuniu com o presidente norte-americano Barack Obama, que prometeu mudanças na concessão de vistos a turistas brasileiros para entrada nos Estados Unidos.

No encontro da Casa Branca, Dilma convidou Obama para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada em junho no Brasil.

No dia seguinte, a presidenta foi a Boston para uma visita a um dos maiores centros de ensino e conhecimento do mundo, a Universidade de Harvard. Lá, ela fez uma palestra na escola de governo da instituição e também se encontrou com estudantes brasileiros que estão nos Estados Unidos pelo programa Ciência sem Fronteiras